Os e-mail´ s, telefonemas e sms falsos, os ataques de “Pishing” e o “Spoofing”

No presente, a proteção de dados e a segurança informática, tornou-se uma questão crítica e vital para a sobrevivência das empresas, por isso convém ter presente um conjunto de regras muito simples e básicas, mas extremamente eficazes na maior parte dos casos, como prevenção na segurança informática, para evitar fraudes, vírus\ malware e tentar evitar outros tipos de ataques informáticos.

O Phishing é um tipo de ataque que utiliza o engano, ou a manipulação psicológica, para induzir a vítima a realizar alguma ação em que fornece informação muito importante, crítica, ou confidencial. O tipo mais comum de ataque de Phishing, envolve o envio de uma mensagem de correio eletrónico (e-mail) que finge ser de um remetente legítimo e fidedigno, concebido para levar o utilizador, a seguir uma ligação (clicar num link), ou a abrir um ficheiro anexo (ao e-mail) que instala Malware no seu computador. Caso o utilizador siga uma ligação (clicar num link) enviada por uma mensagem de correio eletrónico (e-mail), poderá ser redirecionado para uma página Web (na Internet) que recolhe informação muito importante, crítica, confidencial, ou mesmo as suas credenciais (palavras passe) de login (em sistemas internos, ou externos), ou até instalar software Malware.

Em resumo, atualmente os ataques de Phishing são normalmente utilizados para roubar dados importantes, críticos e confidenciais, ou fornecer ao atacante acesso(s) a sistema(s) alvo(s) que podem utilizar para realizar ataques presentes e futuros (sobre Pishing pode ler, por exemplo, o nosso artigo anterior Os e-mail´ s falsos e os ataques de Pishing).

  • Spear Phishing: O Phishing (provavelmente) mais comum atualmente, são tentativas de ataques mais direcionados, utilizando um pretexto que tem maior probabilidade de ser credível, para um indivíduo, ou um pequeno grupo.
  • Whaling: O Whaling é um tipo especial de ataque de Phishing que visa executivos (CEO, CIO, Administradores, etc), ou colaboradores de alto nível (Diretores, Chefes Equipa, etc), com acesso a dados, ou funcionalidades sensíveis numa organização; estas pessoas são escolhidas como alvo, porque representam um maior potencial de retorno para o atacante.
  • Vishing: Os ataques de Vishing são ataques de Phishing, realizados por telefone, em vez de e-mail, ou plataforma de mensagens; são concebidos para roubar informações confidenciais, ou enganar os utilizadores, para que instalem Malware nos seus sistemas, ou software de acesso remoto, como parte de uma fraude de suporte técnico (Tech Support Scam). Sobre “Tech Support Scam”, ver por exemplo, o nosso artigo Condições básicas de segurança no posto de trabalho (regras comportamentais).
  • Smishing: Os ataques de Smishing, utilizam mensagens de texto SMS (Short Message Service), enviadas por telemóvel, para realizar ataques de Phishing; este tipo de ataques, exploram a falta de segurança dos utilizadores ao ler e fazem-no seguir uma ligação (clicar num link) em mensagens de texto (SMS (Short Message Service)).

A falsificação de identidade (Spoofing) é um meio de tornar certos tipos de ataques, como o Phishing, mais convincentes, ou eficazes iludindo mais facilmente as vitimas, aparecendo muitas vezes associado ao Phishing.

E-mail Spoofing: A falsificação de e-mail´ s (e-mail Spoofing) é um método para tornar certos tipos de ataques, como o Phishing, mais convincentes, ou eficazes; por exemplo, um atacante que realiza um ataque de Phishing, pode utilizar a falsificação do endereço de correio eletrónico (e-mail), para fazer com que a mensagem maliciosa pareça ter origem numa fonte fidedigna, aumentando a probabilidade de o destinatário confiar no e-mail e fazer o que o atacante pretende.

Caller ID Spoofing: Num ataque de Vishing, ou Smishing, o atacante liga à vítima por telefone, ou envia um SMS. A falsificação do identificador de chamada (Caller ID Spoofing) pode ser utilizado, para tornar este ataque mais plausível, fazendo com que a informação do identificador de chamada, corresponda ao pretexto utilizado pelo atacante (normalmente uma “Tag” que quando se tenta ter acesso ao número de telefone, esse não é acessível, ou visível).

A falsificação de identidade (Spoofing) atualmente assume muitos outros aspetos, entre eles IP Spoofing, DNS Spoofing, GPS Spoofing e outros que permitem aos atacantes ser muito mais convincentes e efetivos, nas suas tentativas de intrusão.

Nos artigos anteriores referidos (e abaixo), pode encontrar várias medidas, contudo faremos um próximo artigo, com as medidas mais comuns agrupadas, para tentar evitar este tipo de fraude.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

Os e-mail´ s falsos e os ataques de Pishing

Microsoft Windows Security (Princípios Básicos de Segurança)

Condições básicas de segurança no posto de trabalho (regras comportamentais)

Segurança básica na Internet (regras básicas)

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos nossos sobre segurança informática básica (e-mail):

Os tipos de ameaças informáticas mais comuns …

Devemos possuir um produto de segurança (antivírus), nas máquinas Microsoft Windows ?

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

Spoofing vs Phishing (Check Point)

What Is a Spoofing Attack? (Trend Micro)

Boas práticas contra o Phishing, o Smishing e o Vishing

Data da última atualização: 17 de Agosto de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Como configurar uma conta de correio eletrónico (e-mail) (guia rápido)

De referir que atualmente a maior parte dos utilizadores (especialmente utilizadores não empresariais), usam um browser (como o Microsoft Edge, o Google Chrome, ou o Mozilla Firefox)(sobre o assunto, pode ler o nosso artigo Breves notas sobre o que é um browser (navegador) de Internet, para ler o correio eletrónico (e-mail), normalmente designa-se a este tipo de acesso ao correio eletrónico (e-mail), acesso por WebMail (não necessita de nenhuma configuração prévia, somente da ligação (link) fornecido pelo ISP).

Em ambiente empresarial, sendo necessárias outras funcionalidades e um maior grau de sofisticação, normalmente usa-se aquilo a que se designa por cliente de correio eletrónico (e-mail), sendo que seguramente o mais usado é o Microsoft Outlook; pode ser usado outro cliente, mas a informação de configuração necessária será idêntica.

Sobre o assunto de correio eletrónico (e-mail), aconselhamos também a leitura, dos nossos artigos anteriores O Microsoft Outlook e alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte I e O Microsoft Outlook e mais alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte II.

Para leitura, do correio eletrónico (e-mail), normalmente são usados essencialmente dois protocolos, o POP3 (Post Office Protocol) e o IMAP (Internet Message Access Protocol); a grande diferença entre os dois, de forma muito resumida, é que o primeiro descarrega o correio eletrónico (e-mail) para o dispositivo local (seja ele um computador, tablet ou mobile) e o segundo cria uma cópia local no dispositivo e mantém a informação original no servidor.

Para envio, do correio eletrónico (e-mail), normalmente é usado o protocolo SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), para permitir enviar o correio eletrónico (e-mail), do dispositivo local, para o servidor remoto.

Para leitura e envio de correio eletrónico (e-mail), usando o cliente Microsoft Outlook e servidores Microsoft Exchange Server (como no caso Microsoft 365, antigo Office 365), pode ser usado um conjunto de protocolos proprietários, nesse caso, é necessário somente a conta de correio eletrónico (e-mail) a configurar, decorrendo o resto do processo de forma automatizada e sem grande interação do utilizador (depois carregar no botão Ligar).

NOTA IMPORTANTE: Para a utilização do Microsoft Outlook tradicional, constante do pacote Microsoft 365 (antigo Office 365), deverá escolher a opção Outlook (Classic), senão poderá estar a aceder ao Outlook pré-existente (no caso do Microsoft Window 11 que é uma aplicação totalmente diferente).

Para configurar de forma “manual” (com controlo sobre os parâmetros de configuração), o Microsoft Outlook (Classic), no sistema operativo Microsoft Windows, poderá seguir os seguintes passos:

  • Em primeiro lugar, aceder ao Control Panel (Painel de Controlo).
  • Mudar o Control Panel (Painel de Controlo), para a opção em “Ver por: Ícones grandes”.
  • Selecionar o ícone de Mail (Microsoft Outlook)(32bits).
  • Criar novo perfil de Outlook (atribuindo-lhe uma designação).
  • Configuração manual ou tipos de servidor adicionais (Seguinte >).
  • Selecionar a opção “POP ou IMAP” (configuração avançada para contas de e-mail POP ou IMAP)(Seguinte >).
    ou
  • Microsoft 365 (Configuração automática para contas do Microsoft 365)
    *Para esta opção, basta a colocação do endereço de e-mail e o resto da configuração, ocorrerá de forma quase totalmente automatizada.

No ecrã aparecem agora (ver figura no topo), os principais parâmetros a configurar (que deve possuir antes de iniciar o processo de configuração), para aceder a uma conta de correio eletrónico (e-mail), ver abaixo as descrições abreviadas.

  • O seu nome: A designação associada à sua conta de e-mail, normalmente o nome do utilizador que é visível para o destinatário.
  • Endereço de Correio Eletrónico: O endereço de e-mail do utilizador “nome@domínio.pt” (por exemplo, pgameiro@dataframe.pt).
  • Tipo de Conta: ou A opção mais frequente é POP3, ver acima a diferença (antes de decidir), não é possível mudar, sem reconfigurar totalmente a conta de e-mail.
  • Servidor de receção de correio (POP3): O servidor de receção de e-mail, deve ser fornecido pelo seu ISP (Internet Service Provider)(usa o TCP Port 110 para ligações padrão não encriptadas, por defeito).
  • Servidor de envio de correio (SMTP): O servidor de envio de e-mail, deve ser fornecido pelo seu ISP (Internet Service Provider)(usa TCP Port 25 para ligações padrão não encriptadas, por defeito).
  • Nome de Utilizador: Na maior parte dos ISP (Internet Service Provider), deverá ser o endereço de e-mail do utilizador (ou seja, o mesmo de “Endereço de Correio Eletrónico”).
  • Palavra-passe: A palavra passe (password) de acesso à sua conta de e-mail que é a mesma usada no seu acesso por WebMail (ao seu e-mail).

NOTA IMPORTANTE: Se não sabe e não possui os dados anteriores (assim como o link do ISP, para aceder ao seu WebMail, caso isso seja possível), então não tem controlo, sobre a sua conta de correio eletrónico (e-mail).

Para configurações específicas (como por exemplo, protocolos e configurações não “standard”, com segurança adicional), como por exemplo, configurações com SSL (Secure Sockets Layer), deverá escolher o botão “Mais definições…” e a seguir o último Tab “Avançadas”.

  • Selecionar a opção “Este servidor necessita de uma ligação encriptada (SSL/TLS)” automaticamente o sistema seleciona “Servidor de receção de (POP3):995”
    (para usar POP3 (com SSL, ou seja POP3S) TCP Port 995, para ligações encriptadas seguras)
  • Selecionar a opção “Servidor de envio (SMTP): 465 e selecionar também “Utilize o seguinte tipo de ligação encriptada: SSL/TLS”.
    (para usar SMTP (com SSL/TLS, ou seja SMTPS) TCP Port 465, para ligações encriptadas seguras)

Por fim, deve selecionar o Tab “Servidor de envio” e selecionar a opção “O meu servidor de envio (SMTP) requer autenticação”.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

Breves notas sobre o que é um browser (navegador) de Internet

O Microsoft Outlook e alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte I

O Microsoft Outlook e mais alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte II

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos nossos sobre correio eletrónico (e-mail):

Porque ter um domínio e um e-mail personalizado (não gratuito) ?

Microsoft 365 Shared Mailbox (Caixa de Correio Partilhada)

Como cancelo um e-mail enviado por engano e mais algumas notas sobre correio eletrónico (e-mail)

Como realizar cópias de segurança (backup) do correio eletrónico (e-mail), do Microsoft Outlook

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

Server settings you’ll need from your email provider

Configure Microsoft Outlook Classic

Data da última atualização: 3 de Agosto de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Compressão de ficheiros (guia rápido)

Os ficheiros executáveis (programas, ou aplicações) e os ficheiros de dados (informação de texto, imagem, áudio, video, ou outros), são somente um conjunto de bits (uns e zeros) que são armazenados nos discos. Com a generalização da utilização dos computadores e com o início das comunicações entre sistemas, desde muito cedo se pensaram formas de “otimizar” (reduzir) a dimensão dos ficheiros, para os poder armazenar e transmitir, de forma mais eficiente e rápida.

O presente artigo, pretende ser uma abordagem mais prática e rápida, de um artigo nosso anterior, mas recomenda-se vivamente também a sua leitura, o artigo é Porque comprimir ficheiros (formatos e utilitários).

Os sistemas operativos Microsoft Windows, possuem integrado (desde o Microsoft Windows ME/XP), um utilitário que permite comprimir, usando o formato ZIP (.zip), no entanto existem muito utilitários adicionais que o suportam e muitos outros formatos comprimidos, como por exemplo, o WinZIP (um dos mais antigos e conhecidos utilitários do género), ou o 7-Zip (software livre, com código aberto), entre muitos outros.

Em primeiro lugar, quais as principais vantagens e objectivos de comprimir ficheiros (\ diretórios)?

  • A possibilidade de “otimizar” (reduzir) a dimensão dos ficheiros (face à dimensão original), ou seja, compressão.
  • A possibilidade de colocar vários ficheiros (e diretórios), num único ficheiro.
  • A possibilidade de colocar uma “password”, para abrir o ficheiro comprimido (e \ ou para descompactar, aceder-lhe).
  • A possibilidade de encriptar (codificar), o(s) ficheiro(s) comprimido(s), de forma a torná-lo mais seguro (para eventuais tentativas de acesso “pirata”).

Em segundo lugar, será que é possível colocar um palavra-passe (password) e encriptar, um conjunto de ficheiros comprimidos, em formato ZIP, usando a funcionalidade “nativa” do Microsoft Windows?

Sim; é possível, mas o Microsoft Windows não tem uma funcionalidade integrada para adicionar palavras-passe (password), diretamente nos ficheiros . zip padrão. Para proteger com uma palavra-passe e encriptar com segurança os ficheiro(s) . zip, no Microsoft Windows, terá de utilizar uma ferramenta adicional de terceiros, como o 7-Zip ou o WinRAR (anteriormente referidos).

NOTA IMPORTANTE: Caso use o 7-Zip (ou outro), para maior segurança, altere o método de encriptação (codificação), para o algoritmo AES-256 (por defeito, usa o método de encriptação ZipCrypto); de referir que outros utilitários do género, podem suportar métodos de encriptação, ainda mais fortes e seguros.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

Porque comprimir ficheiros (formatos e utilitários)

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

What is Data Compression and How Does It Work

Como comprimir ficheiros para facilitar o armazenamento

O que são algoritmos de compactação de dados?

Data da última atualização: 20 de Julho de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Porque ter um domínio e um e-mail personalizado (não gratuito) ?

Um nome de domínio Internet (Internet domain name), é um nome único de um servidor ligado à Internet, pode ser por exemplo, um servidor Web (web server), um servidor de correio eletrónico (e-mail server), um servidor de transferência de ficheiros FTP (File Transfer Protocol) (ftp server), ou qualquer outro tipo de servidor ligado à Internet (sobre ao assunto pode consultar o nosso artigo O que é um Server (Servidor) e as suas funções). Os nomes de domínio da Internet, são muitas vezes o nome de uma organização, como a Apple apple.com (.com de Commercial), Microsoft microsoft.com, ou Dataframe dataframe.pt (.pt de Portugal); no entanto, um nome de domínio Internet, pode referir-se a qualquer publicação (como por exemplo, o Blog da Dataframe), ou qualquer serviço disponibilizado na Internet.

O sistema de nomes de domínio (DNS – Domain-Name System) da Internet permite aos utilizadores consultar sites e outros recursos da Internet, utilizando nomes de domínio mais fáceis de recordar (como “www.icann.org” (.org de Organization), em vez de endereços IP (Internet Protocol) totalmente numéricos (como por exemplo, o endereço “192.0.32.7”, um dos endereços IP, do ICANN) atribuído a cada computador público, existente na Internet (na verdade endereços, com que os computadores efetivamente comunicam entre si) (sobre ao assunto, pode também consultar o nosso artigo O que é o Dynamic DNS (Domain Name System) ?). Cada nome de domínio, é composto por uma série de cadeias de caracteres (designadas por “rótulos” (labels)) separadas por pontos. O rótulo mais à direita, num nome de domínio é conhecido como “domínio de topo” (TLD). O nome é combinado com um domínio genérico de primeiro nível (TLD – Top-Level Domain), como .com (de Commercial), o .org (de Organization), o .eu (de Europe), .pt (de Portugal) (os mais usados em Portugal). Para mais detalhes sobre o assunto, pode consultar o nosso artigo anterior O que é um domínio Internet, alguma informação básica.

Porquê então uma empresa possuir um domínio próprio, registado diretamente pela empresa, porque sai mais barato (custos mais reduzidos), tem controlo total sobre o registo (o domínio será registado no nome e pela própria empresa), aspeto muito mais profissional (nome próprio da empresa e único, não alojado em “sites” gratuitos), garantia de qualidade de serviço, garantindo um acesso fiável ao serviço (ao contrário das plataformas gratuitas, que obviamente não garantem qualquer tipo de disponibilidade).

Caso pretenda múltiplas caixas de correio (e-mail), então seguramente sairá muito mais barato, contratar múltiplas caixas de correio, diretamente ao ISP (Internet Service Provider), do que a um intermediário de serviços Internet. O que acontece com frequência, é que quem fornece o site web, tentará fornecer e ser intermediário de todos os outros serviços Internet, contudo a melhor opção será sempre contratar o domínio \ e-mail e depois contratar somente os serviços de desenho e “codificação” do site web propriamente dito.

Para a aquisição dos serviços respectivos, existem intermediários comerciais, ou empresas que revendem os serviços de registo de domínios (e na maior parte dos casos, também alojamento de e-mail, “site” e outras funcionalidades), somente Registrar (somente registam domínios Internet), ou podem ser ISP (Internet Service Provider), fornecem serviços alargados de Internet; seguem-se alguns exemplos que podem ser unicamente Portuguesas Dominios.pt acreditado pela DNS.PT, Ptisp, ou multinacionais (atuam em diversos Países), como a AMEN, ou globais como a GoDaddy.

O que é o serviço WHOIS (QUEM É) ?

O WHOIS (QUEM É) é um protocolo (ou conjunto de regras) de Internet, amplamente utilizado para consultar bases de dados que armazenam informações sobre os nomes de domínio, endereços IP, utilizadores registados; ajuda-o por exemplo, a encontrar os dados de contacto do proprietário, as datas de registo, a data de expiração (ou seja, até quando se encontra pago) e informações do servidor de nomes DNS (Domain Name System)(existem serviços mais recentes, como o RDAP (Registration Data Access Protocol), o sucessor moderno, contudo o WHOIS continua em utilização). O serviço WHOIS pode ser consultado, usando por exemplo, os sites Who.is, DomainTools, o ICANN Lookup, o DNS.PT, o AMEN WHOIS, entre muitos outros.

O que é o serviço NSLOOKUP ?

O NSLookup (Name Server Lookup) é uma ferramenta de administração de rede (em modo de linha de comandos, é uma ferramenta bastante técnica, mas muito poderosa), utilizada para consultar o Sistema de Nomes de Domínio (DNS – Domain-Name System). Permitindo aos utilizadores e especialmente aos administradores de sistemas, identificar os fornecedores de serviços Internet (ISP – Internet Sevice Provider), encontrar os endereços IP associados a um nome de domínio (A Records), identificar os servidores de e-mail (MX Records), identificar servidores DNS (NS Records) e resolver problemas de propagação de DNS, entre muitas outras possibilidades. A utilização do comando pressupõe, em primeiro lugar a entrada em “Command Prompt” (cmd), em seguida a execução do comando nslookup, em seguida dar um subcomando para executar uma operação especifica, dentro da “consola” nslookup; para sair do nslookup, devemos digitar exit e dar enter; para uma breve referência, pode consultar, por exemplo Microsoft nslookup (imagem no topo nslookup wikipedia.org).

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

O que é um Server (Servidor) e as suas funções

O que é o Dynamic DNS (Domain Name System) ?

O que é um domínio Internet, alguma informação básica

Caso pretenda, poderá também consultar, mais algumas ligações (links) interessantes sobre o assunto, na Internet:

Microsoft nslookup

Data da última atualização: 6 de Julho de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

O que é um “Hotspot” portátil (Standalone Hotspot)?

De forma o mais abreviada e resumida possível, é um equipamento que permite partilhar uma ligação Internet; um Hotspot portátil (Standalone Hotspot) é um dispositivo portátil (hardware) que fornece acesso à Internet, através de uma ligação wireless (WiFi), para dispositivos próximos, como laptops (computadores portáteis), tablets e smartphones.

O Hotspot portátil, funciona ligando-se a uma rede móvel 4G (ou 5G) de um fornecedor de serviços de Internet (ISP – Internet Service Provider) e em seguida, “partilhando” essa ligação à Internet, via Wi-Fi (ligação sem fios), pelos dispositivos móveis (laptop, tablets e smartphones).

O Hotspot portátil, não é mais do que um router portátil (pocket-sized router)(para mais informação, pode consultar o nosso artigo O que é um Router (Roteador)?), sendo que a outra característica específica fundamental, é a sua autonomia energética (uma vez que que possui uma bateria integrada), que lhe permite também a máxima portabilidade.

De referir que a função de Hotspot portátil, é uma funcionalidade que pode ser desempenhada de forma única e integrada pelo seu smartphone (nesse caso, normalmente designa-se somente por Mobile Hotspot), partilhando a ligação Internet (dados móveis) do seu telemóvel, com outros utilizadores através de WiFi; atualmente a maioria dos telemóveis, possui esta funcionalidade que por defeito não se encontra ativada (mas que pode ser facilmente ativada).

Se podemos ter um smartphone (telemóvel) a funcionar como “Hotspot” portátil, então porque justifica ter um dispositivo “dedicado”, para realizar esta função, em primeiro lugar, porque ter essa função ativa no telemóvel, descarrega muito mais rapidamente a bateria do seu telemóvel, em segundo lugar porque o desempenho de um dispositivo “dedicado” normalmente será superior, assim como permitirá um maior número de ligações Internet simultâneas. A grande desvantagem é que necessitará de um cartão SIM (Subscriber Identity Module) adicional, para colocar no “Hotspot” portátil.

De referir que um “Hotspot” portátil, normalmente é muito usado e útil, para trabalho remoto móvel, ou em viagem, mas não se aconselha a sua utilização em empresas (utilização empresarial), numa perspectiva de utilização permanente; sendo que em muitos casos embora suporte mais de 10 dispositivos simultaneamente, não se aconselha uma utilização constante e permanente de mais de 4 a 5 dispositivos (laptop, tablet e smartphone) simultâneos (mesmo quando suporta, como nalgumas casos, mais de 10 dispositivos).

Por fim, de referir que do lado da ligação, dos dispositivos móveis (laptop, tablets e smartphones), ao “Hotspot” portátil a ligação na maior parte dos casos, atualmente é feita por Wi-Fi 6 (sem fios), não sendo aí a grande diferença dos diversos dispositivos disponíveis no mercado; mas sim, na especificação de ligação ao ISP (Internet Service Provider) que fornece a ligação Internet, assim enquanto tipicamente ligações com dispositivos 4G LTE suportam velocidades de até 100 Mbps (50 Mbps Upload), no caso de dispositivos 5 G disponíveis, normalmente fornecem até 2 Gbps (1 Gbps Upload), ou mais (não sendo estes os valores das especificações, mas os valores mais comuns suportados).

Para finalizar, apresentamos dois exemplos (dos muitos existentes, basta procurar na Internet), de baixo custo, desbloqueados (a um operador ISP em particular), TP-Link 4G LTE Mobile Wi-Fi 6 (M7005) e o D-Link Hotspot Móvel 5G NR AX1800 Wi-Fi 6 (F518).

Nota Final: De referir que também se usa a designação genérica de “Hotspot”, a um acesso público por Wi-Fi à Internet, ou seja redes de Wi-Fi (públicas) que permitem acesso à Internet de forma gratuita, em locais públicos (cafés, aeroportos, bibliotecas, etc).

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

O que é um Router (Roteador)?

Caso pretenda, poderá também consultar, mais algumas ligações (links) interessantes sobre o assunto, na Internet:

What Is a Hotspot? – WiFi Hotspot Definitions and Details

Data da última atualização: 22 de Junho de 2025

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)