O acesso ao HomeBanking (Banco na Internet) está lento

A lentidão no acesso ao HomeBanking (Banco na Internet), pode dever-se a múltiplas circunstâncias, sendo uma situação, com algum grau de complexidade, devido a poderem serem múltiplas as variáveis implicadas, o presente artigo pretende somente constituir uma possível breve lista de verificações, para se poder “despistar” com maior facilidade este tipo de situação, sem pretender abordar todas as questões, ou aprofundá-las.

De referir que algumas das variáveis, poderão ser remotas, como problemas nos servidores do banco, mas podem ser locais, como no seu computador (por exemplo, especificas do seu navegador (browser)), mas as ligações à Internet (do banco, ou as suas) são uma variável crítica.

Para “despistar” e tentar resolver o(s) problema(s), salientando-se mais uma vez que na maior parte dos casos, é um conjunto cumulativo de circunstâncias (normalmente são vários fatores simultâneos), poderá tentar os seguintes passos:

  • Linha Telefónica de Apoio: O primeiro passo, será seguramente contatar (pelo telefone) o Banco (CGD, Millennium BCP, Santander, BPI, ou outro) e perguntar se estão reportados problemas no site utilizado (pelo HomeBanking), ou decorrem operações de manutenção; alternativamente poderá sempre usar um site externo, detetor de problemas nos sites, como por exemplo, o DownDetector, para verificar se estão reportados problemas, com o site em causa.
  • Velocidade da Internet: Um segundo passo, poderá ser verificar a velocidade do seu acesso Internet, faça um teste de velocidade, com por exemplo, o NET.mede; caso pretenda aprofundar esta questão, poderá consultar o nosso artigo Ligação Internet e Velocidades de Acesso (Internet Speed). Por fim, poderá sempre reiniciar o seu router, se a sua ligação Internet estiver instável (neste caso, aconselha-se sempre a consultar previamente um profissional).
  • Produto de Segurança: Caso utilize um produto de segurança, no seu computador (como por exemplo, o Trend Micro Worry-Free Services), experimente verificar se o seu produto de segurança, não está a bloquear a ligação (link), do banco que pretende utilizar (por exemplo, por se ter tornado uma ligação (link) suspeita); pode sempre verificar, se a ligação é considerada fiável, no site Trend Micro Safety Center, ou outro no género.
  • Navegador (Browser): Verifique se os seus navegadores (browser´ s), estão totalmente atualizados, especialmente caso não se trate do Microsoft Edge (que normalmente é atualizado automaticamente, ao contrário dos outros). Por outro lado, experimente usar outro navegador (browser), do que o que está a tentar usar originalmente, como por exemplo, o Google Chrome, ou Mozilla Firefox. A acumulação de dados no navegador (browser) afeta a velocidade de carregamento das páginas, pode também experimentar usar o modo anónimo, ou limpar o histórico (limpar a “cache” e os “cookies”).
  • Microsoft Windows Update: Verifique se existem atualizações (Windows Update) do sistema operativo Microsoft Windows pendentes, em especial se for a segunda 3ª Feira, de cada mês (ou nos dias subsequentes); em caso de dúvida, ou caso existam atualizações pendentes por terminar, reinicie a máquina (faça restart), para finalizar eventuais atualizações pendentes de instalação.
  • Ligação por Cabo (Ethernet): Verifique se está a utilizar uma ligação sem fios (Wi-Fi) no seu computador, caso afirmativo, deverá experimentar usar uma ligação por cabo (Ethernet), idealmente ligando diretamente ao seu router de acesso Internet, para tentar obter a máxima largura de banda (velocidade) de acesso Internet disponível.
  • Acesso Móvel (via App): Se o site do banco estiver lento, usando o HomeBanking (Banco na Internet) no seu computador, verifique se a aplicação móvel no seu telemóvel (por exemplo, App para Android), funciona adequadamente e responde mais rapidamente às suas solicitações.

Convém ter em linha de conta que os acessos ao HomeBanking (Banco na Internet) para serem seguros, utilizam protocolos (como por exemplo, https e certificados digitais) e métodos de acesso que os tornam por definição mais lentos, de que a maioria dos outros sites, com menores requisitos de segurança, sendo natural que necessitem de uma maior largura de banda (mais velocidade de acesso Internet), para funcionarem adequadamente, sendo por isso mais susceptíveis a menores larguras de banda (menor velocidade de acesso Internet), ou a problemas pontuais nos acessos. Por fim, as versões das aplicações móveis (por exemplo, App em Android), serão mais eficientes do que as equivalentes versões, funcionando em Microsoft Windows e navegador (browser).

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

Ligação Internet e Velocidades de Acesso (Internet Speed)

Breves notas sobre o que é um browser (navegador) de Internet

O que é um certificado digital e alguns exemplos

Devemos possuir um produto de segurança (antivírus), nas máquinas Microsoft Windows ?

Caso pretenda, poderá também consultar, alguns artigos interessantes sobre segurança de Home Banking, na Internet:

Costuma usar o homebanking? Então, estas dicas são para si (Banco de Portugal)

Cibersegurança: 8 dicas para usar o homebanking (Banco Carregosa)

Data da última atualização: 25 de Maio de 2025

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Os backup´´´ s (cópias de segurança), em off-site (fora das instalações) e offline (desligado da Internet)

De uma forma muito simplista e resumida, os backup´ s (cópias de segurança) dos sistemas informáticos, pretendem dar resposta a uma questão simples, em caso de corrupção dos sistemas informáticos (acidental, ou danosa), podermos recuperar o sistema em causa, para antes da ocorrência dessa corrupção. De referir que sugerimos antes da leitura deste artigo, a leitura prévia, dos nossos artigos Cópias de Segurança (Backup) e Algumas ideias sobre cópias de segurança (backups)… .

O presente artigo, foca-se num dos muitos aspectos dos backup´ s (cópias de segurança), “Qual a localização (suporte), das cópias de segurança (backup)?”, existem duas vertentes distintas desta questão, uma é o tipo de suporte físico usado (tape´ s, discos externos, “cloud storage”, NAS (Network Attached Storage), etc), a outra vertente é onde se encontra esse suporte físico localizado (geograficamente e tipo de acesso).

O suporte físico Tape não será aqui detalhado, em breve faremos um artigo sobre este tópico, mas de forma o mais resumida e simplista possível, é um suporte em bandas magnéticas de fita, com um suporte físico semelhante às antigas cassetes de áudio, mas com tecnologias mais sofisticadas, como por exemplo, a tecnologia Digital Linear Tape (DLT) que é uma tecnologia de armazenamento magnético, desenvolvida pela DEC (e Quantum), na década de 1980, ainda amplamente utilizada para backup´ s (cópias de segurança) em servidores, em ambientes empresarias. O custo de implementação inicial (leitor \ gravador), normalmente é elevado, mas o custo das “Tapes” (suporte físico) é bastante acessível e atualmente com capacidades de armazenamento, de muitos TB (muito elevada capacidade de armazenamento), pode por exemplo, consultar HPE Storage Tape.

No que diz respeito a esta temática, um dos primeiros aspectos a considerar, é o tipo de suporte físico, tapes, discos externos, “cloud storage”, etc; com efeito existem imensas opções, se pretendermos uma fácil deslocação do suporte físico (ver parágrafo abaixo, sobre backup´´ s (cópias de segurança) off-site), então podemos optar por tapes, ou unidades de discos externos, como por exemplo, os discos amovíveis (Removable Disk) de tecnologia RDX (sobre este assunto sugerimos a leitura do nosso artigo O que são Discos Amovíveis (Removable Disk) e tecnologia RDX (Rapid Data eXchange)). Os backup´ s (cópias de segurança) para tapes e discos externos, têm ainda a vantagem de poderem ser guardados em offline, ou seja completamente desligados da Internet (e outras redes) e inclusivamente guardados num cofre (com o aumento de segurança daí inerente).

Uma das questões que consideramos fulcrais, é a existência backup´ s (cópias de segurança) fora do local físico (ou geográfico), onde são realizados os backup´ s (cópias de segurança) e onde estão os equipamentos que pretendem ser salvaguardados, a isso designamos normalmente por backup´ s (cópias de segurança) off-site, ou seja possuímos backup´ s (cópias de segurança) fora das instalações, onde se encontram os sistemas a salvaguardar, podem ser um local adicional, ou mais (o ideal seria serem pelo menos, dois locais adicionais distintos). De referir que mesmo, os backup´ s (cópias de segurança) que se encontram no local, idealmente deveriam, ser salvaguardados dentro de um cofre (à prova de roubo e catástrofes naturais).

Por último, a opção, de backup´ s (cópias de segurança) em “cloud storage”, como por exemplo no Azure Storage (entre outros artigos nossos, pode consultar, por exemplo, o artigo O Armazenamento (Storage) local, na Nuvem (Cloud) e o Microsoft Azure Storage), torna-se talvez atualmente a mais comum, por causa da Simplicidade (é um simples drive, mapeado no computador), pela possibilidade da sua Regularidade (por exemplo, um backup total (“mirror”), de dados, por semana, ou um diferencial diário), Localização, que podem ser múltiplas (vários backup´ s (cópias de segurança) fora da empresa (off-site backup)), podendo não só existir em várias localizações geográficas, com ainda existirem backup´ s (cópias de segurança) dos backup´ s (cópias de segurança), sendo talvez os custos, a sua principal desvantagem.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

Cópias de Segurança (Backup)

Algumas ideias sobre cópias de segurança (backups)…

O que são Discos Amovíveis (Removable Disk) e tecnologia RDX (Rapid Data eXchange)

O Armazenamento (Storage) local, na Nuvem (Cloud) e o Microsoft Azure Storage

O que é uma NAS (Network Attached Storage)?

Data da última atualização: 11 de Maio de 2025

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Microsoft Windows 11 Home, Pro & Enterprise (e outras versões)

Para os computadores, vulgarmente designados, como postos de trabalho (do tipo desktop (de mesa) e laptop (portáteis)), presentemente são largamente dominados, pelos sistemas operativos Microsoft Windows que representam mais de 60 % do mercado (à data deste artigo); para mais informação sobre quotas de mercado, pode consultar informação atualizada, em Desktop Operating System Market Share Worldwide.

O Sistema Operativo (Operating System) de uma forma muito simplista, é o software que se executa nos computadores (ou dispositivos afins) e permite aos outros softwares (Aplicações), retirar partido do equipamento (hardware), assim como garantir a estabilidade e a segurança do restante software que se executa, sobre o Sistema Operativo (Operating System); no fundo, é uma “interface” entre os equipamentos (Hardware) e o restante software (Aplicações(Applications)). De referir que sugerimos antes da leitura deste artigo, a leitura prévia, do nosso artigo O que é um Sistema Operativo (Operating System) e Os Sistemas Operativos (Operating Systems) dos computadores “Desktop | Laptop”.

O presente artigo, foca-se na última versão do sistema operativo Microsoft Windows 11, mas pode aplicar-se à versão anterior (Microsoft Windows 10), em seguida focamo-nos numa muito breve descrição, de cada uma das versões existentes, posteriormente abordamos mais em detalhe, as três versões mais comuns, o Microsoft Windows 11 Home, o Microsoft Windows 11 Pro e o Microsoft Windows 11 Enterprise.

Windows 11 Home: Concebido para os consumidores (em geral), oferecendo características padrão de segurança, jogos e funcionalidades de produtividade.
Windows 11 Pro: Adiciona funcionalidades, como encriptação BitLocker (dos discos), virtualização (Hiper-V) e possibilidade de juntar a domínios (domain join), para profissionais empresariais (para pequenas e médias empresas).
Windows 11 Pro for Workstations: Dirigido a utilizadores de alto desempenho, criadores e engenheiros, com suporte especializado para hardware.
Windows 11 Education: Destinado a instituições académicas, oferecendo ferramentas avançadas de gestão e segurança.
Windows 11 Pro Education: Destinado a instituições académicas, sendo uma versão Pro especializada para “escolas”, que oferece ferramentas de gestão “premium”.
Windows 11 Enterprise: Concebido para grandes organizações, oferecendo o mais alto nível de segurança e gestão (para grandes empresas).
Windows 11 SE: Uma versão simplificada e optimizada, para dispositivos educativos de baixo custo.
Windows 11 IoT Enterprise: Concebido para dispositivos industriais e de missão crítica (como Sinalização Digital, ou ATM) que exigem estabilidade a longo prazo e integração de hardware específica e concebido também para aplicações industriais especializadas (sistemas POS (Point of Sale) e “Kiosks”).

O Microsoft Windows 11 Home, é a principal versão usada em ambiente não empresarial (pessoal), numa primeira leitura a grande diferença da versão Windows Microsoft Windows 11 Pro (fessional) (como pode ser visto por exemplo, em Compare Windows Windows 11 Home vs. Pro), é a existência do utilitário BitLocker que permite a encriptação de discos, para caso o seu dispositivo seja perdido, ou roubado, o BitLocker pode bloquear tudo, impedindo que outras pessoas acedam ao seu sistema, ou dados (necessita de TPM (Trusted Platform Module) 2.0, ou maior (para proteção de chaves baseada, em TPM)).

O Microsoft Windows 11 Pro possui integrado o Hyper-V, uma solução de virtualização que não existe no Microsoft Windows 11 Home, embora seja possível instalá-lo, recorrendo a alguns pequenos “truques”, mas não sendo suportado pela Microsoft nessa plataforma; para saber um pouco mais, pode consultar os nossos artigos anteriores O que são Máquinas Virtuais (VM – Virtual Machine)? e Como instalar o Microsoft Windows 11, numa Máquina Virtual (Virtual Machine), no Microsoft Hiper-V.

O Microsoft Windows 11 Pro (face ao Microsoft Windows 11 Home), possui ainda outras características que incluem a entrada em domínio (Domain Join) e a gestão de políticas de grupo (Group Policy). A entrada em domínio, permite que os utilizadores se liguem remotamente e em segurança ao domínio de trabalho, seja Localmente (On-Premise) na AD (Active Diretory), ou na Nuvem (Cloud), usando o Microsoft Entra; sendo estas, talvez as características mais usadas e criticas, em ambiente empresarial.

As versões Microsoft Windows 11 Home e Windows 11 Pro, são comercializadas em versões, de Pacote Completo “autónomo” (Full Packaged Product (Retail)), vendidos independentemente dum computador, ou em versões pré-instaladas em computadores (Preinstalled on Device (OEM – Original Equipment Manufacturer)); a versão Microsoft Windows 11 Pro, pode também ser adquirida nos pacotes de licenciamento empresarial (Commercial Licensing), onde só podem ser adquiridas as versões Microsoft Windows 11 Enterprise. Caso pretenda aprofundar os seus conhecimentos sobre o assunto anterior, assim como consultar as principias versões de Microsoft Windows 11 Enterprise, assim como as diferenças, face à versão Microsoft Windows Pro, poderá consultar o artigo Windows Commercial Licensing Overview.

O Microsoft Windows 11 Enterprise (do qual existem três versões principais, Windows 11 Enterprise E3, Enterprise E5, Enterprise LTSC (Long-Term Servicing Channel)), baseiam-se no Windows 11 Pro, acrescentando funcionalidades mais avançadas, concebidas para satisfazer as necessidades das grandes e médias organizações (largas dezenas \ centenas de computadores). Como exemplos, incluem a proteção avançada, contra ameaças de segurança modernas, a mais vasta gama de opções para a implementação e atualização do sistema operativo e a gestão abrangente e remota de dispositivos e aplicações. O detalhe destas diferenças, pode ser encontrado, no artigo referenciado acima Windows Commercial Licensing Overview.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

O que é um Sistema Operativo (Operating System)

Os Sistemas Operativos (Operating Systems) dos computadores “Desktop | Laptop”

O que são Máquinas Virtuais (VM – Virtual Machine)?

Como instalar o Microsoft Windows 11, numa Máquina Virtual (Virtual Machine), no Microsoft Hiper-V

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

Compare Windows Windows 11 Home vs. Pro

Windows Commercial Licensing Overview

Windows 11 Editions Compared: Features, Licensing, and Support Timeline

Data da última atualização: 27 de Abril de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Microsoft 365 Shared Mailbox (Caixa de Correio Partilhada)

Com a crescente adoção pelas organizações, da utilização dos serviços na nuvem (cloud) e dos acessos remotos, a maior parte dos produtos de software, passou a ter as suas versões nuvem (cloud), um dos exemplos mais importantes, será sem dúvida o Microsoft Office (versão local), porventura o pacote de software mais usado de todos os tempos, agora designado Microsoft 365 (anteriormente Office 365)(versão nuvem). Caso pretenda aprofundar os seus conhecimentos, sobre Microsoft 365 (Office 365), sugerimos a leitura prévia dos seguintes artigos Uma breve introdução ao Microsoft 365 (anteriormente Office 365) Parte I e Uma breve introdução ao Microsoft 365 (anteriormente Office 365) Parte II.

O conceito de Shared Mailbox (Caixa de Correio Partilhada) abordado neste artigo, faz parte do Microsoft Outlook (parte do Microsoft 365 (anteriormente Office 365)), caso pretenda poderá também consultar os nosso artigos anteriores O Microsoft Outlook e alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte I e O Microsoft Outlook e mais alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte II.

Podemos criar caixas de correio partilhadas (Shared Mailbox), para que um grupo de pessoas (por exemplo, uma equipa) possa monitorizar e enviar e-mail´´ s, a partir de um endereço de e-mail comum, como por exemplo info@dominio.com. De notar que quando alguém do grupo responde a uma mensagem enviada para a caixa de correio partilhada, o e-mail aparece como se tivesse sido enviado através da caixa de correio partilhada e não do utilizador individual. As caixas de correio partilhadas, incluem também um calendário partilhado que um grupo de pessoas (equipa), pode usar para que todos registem os seus compromissos (ficando do conhecimento de todos, os que partilham essa caixa de correio).

De notar que uma caixa de correio partilhada (Shared Mailbox), não consome uma licença de Microsoft 365 (antigo Office 365), depois de criada, devemos adicionar quais os utilizadores que a vão usar (partilhar) e quais as permissões (ver abaixo, os três tipos de permissões), é também possível como numa conta de e-mail “comum”, configurar “Reencaminhamento de e-mail” (reenviar para outro(s) e-mail(´ s)) e “Respostas automáticas” (configurar mensagem automática na receção).

Permissões de leitura e gestão (utilizadores incluídos por defeito): Os utilizadores podem ler e-mails na caixa de correio partilhada e executar ações de gestão, como adicionar e remover conteúdos da caixa de correio (as alterações poderão demorar até 60 minutos a entrarem em vigor).
Permissões de “enviar como” (utilizadores incluídos por defeito): Os utilizadores podem enviar e-mails em nome desta conta (o nome original não irá aparecer).
Permissões de “enviar em nome de”: Estes utilizadores podem enviar e-mail´ s com o nome de conta e o nome da caixa de correio partilhada (por defeito, os e-mail´ s mostrarão que foram enviados em nome da conta partilhada).

Na verdade a caixa de correio partilhada (Shared Mailbox), não é uma conta de e-mail “normal”, é uma conta muito específica que possui acesso pelos utilizadores autorizados, o acesso direto não é possível, mas somente através dos utilizadores associados a quem foram dadas permissões.

O acesso pelo Microsoft Outlook (local, no computador), é automático a partir do momento em que é configurado o acesso do utilizador, basta abrir o Microsoft Outlook do(s) utilizadores(s) que têm acesso, à caixa de correio partilhada (Shared Mailbox).

Para um acesso pela Web (com browser), tipo “WebMail”, o processo é um pouco mais “tricky”, ver abaixo “Métodos de Acesso Web”, mas passa sempre pelo “login” dos utilizadores associados (com permissões), só depois é possível aceder à “Shared Mailbox”.

Caixa de Correio Partilhada (Shared Mailbox) – Métodos de Acesso Web

  • Através do Menu “Abrir outra caixa de correio” (Recomendado)
  • Aceda ao Outlook na Web (outlook.office.com).
  • Clique na sua foto de perfil ou iniciais no canto superior direito.
  • Selecione Abrir outra caixa de correio.
  • Escreva o endereço de e-mail da caixa partilhada e clique em Abrir.
  • Adicionar como Pasta Partilhada (Fixar na lateral)
  • No Outlook na Web, clique com o botão direito do rato em Pastas no painel esquerdo.
  • Selecione Adicionar pasta ou caixa de correio partilhada.
  • Introduza o endereço de e-mail da caixa partilhada e clique em Adicionar.

Para criar uma caixa de correio partilhada (Shared Mailbox), dirija-se ao Microsoft 365 Admin Center (Centro de Administração, do Microsoft 365), à opção de Teams & Groups (Equipas e Grupos) e página Shared Mailboxes (Caixas de Correio Partilhadas) e carregue na opção Add a shared mailbox (Adicionar uma caixa de correio partilhada)(imagem no topo), ou use o link Shared Mailboxes (Caixas de Correio Partilhadas), para chegar diretamente à página e seguidamente faça o último passo anterior Add a shared mailbox (Adicionar uma caixa de correio partilhada).

Caso pretenda aprofundar os seus conhecimentos, sobre Shared Mailbox (Caixa de Correio Partilhada), pode consultar os seguintes artigos no site da Microsoft, Create a shared mailbox e Abrir e utilizar uma caixa de correio partilhada no Outlook.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

Uma breve introdução ao Microsoft 365 (anteriormente Office 365) Parte I

Uma breve introdução ao Microsoft 365 (anteriormente Office 365) Parte II

O Microsoft Outlook e alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte I

O Microsoft Outlook e mais alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte II

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

Create a shared mailbox

Abrir e utilizar uma caixa de correio partilhada no Outlook

Data da última atualização: 13 de Abril de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Os sistemas operativos alternativos, ao Microsoft Windows

O Sistema Operativo (Operating System) de uma forma muito simplista, é o software que se executa nos computadores (ou dispositivos afins) e permite aos outros softwares (Aplicações), retirar partido do equipamento (hardware), assim como garantir a estabilidade e a segurança do restante software que se executa, sobre o Sistema Operativo (Operating System); no fundo, é uma “interface” entre os equipamentos (Hardware) e o restante software (Aplicações(Applications)). De referir que sugerimos antes da leitura deste artigo, a leitura prévia, do nosso artigo O que é um Sistema Operativo (Operating System) e Os Sistemas Operativos (Operating Systems) dos computadores “Desktop | Laptop”.

Para os computadores, vulgarmente designados, como postos de trabalho (do tipo desktop (de mesa) e laptop (portáteis)), presentemente são largamente dominados, pelos sistemas operativos Microsoft Windows que representam quase 70 % do mercado (à data deste artigo, cerca de 66.6 %). Para mais informação sobre quotas de mercado, pode consultar informação atualizada, em Desktop Operating System Market Share Worldwide.

Na atualidade, o candidato para a maior quota nos postos de trabalho (desktop e laptop), excetuando o Microsoft Windows, é o Apple MacOS (antes OS X, entre 2001 e 2016), sendo a versão mais recente o MacOS Tahoe (Setembro de 2025); juntando a soma dos dois sistemas operativos da Apple, estes encontram-se a larga distância, sendo que representam menos de 15 % do mercado (à data deste artigo, cerca de 7.34 % + 4.9 2 % = 12,26 %), o sistema operativo é desenvolvido somente para os computadores com “hardware” Apple Mac (hardware específico da Apple), incluindo iMacs, MacBooks, Mac Pros, etc.

O outro candidato é o Linux, um sistema operativo de código aberto (open source) (ou seja, desenvolvido originalmente sem fins comerciais), por Linus Torvalds (Finlandês), no início da década de 1990 (primeira versão, em 1991), existindo atualmente, imensas versões (distribuições) de código aberto (open source) e comerciais, sendo que representam, na sua totalidade, menos de 3 % dos postos de trabalho (desktop e laptop) (à data deste artigo, cerca de 2.89 %); de referir que o Linux é também um poderoso sistema operativo de servidor, tendo nesse caso uma quota muitíssimo superior (ver o nosso artigo O que é um Server (Servidor) e as suas funções), aliás o Linux lidera o mercado global de sistemas operativos, para servidores, com mais de 60 % de quota de mercado (em especial, com a distribuição comercial Red Hat e o SUSE, ver abaixo).

O Linux ao longo do tempo, foi sofrendo múltiplas adaptações comerciais (e não comerciais), sendo uma das mais famosas, o Red Hat Linux, adquirido pela IBM (em 2019), mas existem muitas outras versões (distribuições), como por exemplo o SUSE Linux, o Debian Linux, o Fedora Linux, o Ubuntu Linux, o Zorin OS. Como existem inúmeras versões (distribuições), por um lado constitui uma grande riqueza de funcionalidades e diversidade, mas pode dificultar a estabilidade, a segurança e o suporte do sistema, especialmente em versões não comerciais (ou seja, sem suporte comercial e oficial, por parte de uma empresa). Caso pretenda iniciar-se ao Linux, pode por exemplo, começar por ler o artigo Top Linux Distributions for Beginners: Friendly, Stable, and Easy to Learn.

Por fim, outra opção atualmente existente e viável, é o Alphabet (Google) Chrome OS com uma quota, de menos de 2 % de mercado (à data deste artigo, cerca de 1.48 %), com hardware já suportado e comercializado, por alguns dos principais fabricante como a HPE, ou a Dell, com os HPE ChromeBook, ou os Dell ChromeBook, caso pretenda explorar outras opções, poderá consultar ChromeOS Devices.

A Huawei (Chinesa) encontra-se a desenvolver e implementar um sistema operativo de utilização genérico (para diversos tipos de dispositivo) que cobre também esta área de postos de trabalho (desktop e laptop), chamado Huawei HarmonyOS (desde 2012), mas ainda numa fase muito inicial de implantação e ainda sem grande expressão comercial, o que mostra a grande dificuldade de desenvolver um sistema operativo, fiável, robusto, seguro e compatível com hardware diverso.

Com efeito, todos os equipamentos informáticos, como os postos de trabalho (desktop, laptop), possuem atualmente, um sistema operativo (como por exemplo, o Microsoft Windows, ou outro acima referido), mas na verdade são as aplicações (programas, ou ficheiros executáveis) que nos fornecem as funcionalidades pretendidas, ou seja, tirar “partido” dos computadores. As aplicações (programas, ou ficheiros executáveis), são desenvolvidas em linguagens de programação e na maior parte dos casos compiladas; ou seja, é produzido um ficheiro executável (diferente para cada sistema operativo), para mais informação aconselha-se a leitura prévia do nosso artigo Algumas breves notas sobre ficheiros executáveis (programas, ou aplicações) e ficheiros de dados.

Resumindo o grande “dilema” na escolha de um sistema operativo, centra-se na quantidade, qualidade (estabilidade) e preço das aplicações disponíveis, para um determinado sistema operativo; atualmente a possibilidade de ter aplicações em Oracle Java (sobre o assunto, pode consultar, o nosso artigo O Java e o Oracle Java JRE (Java Runtime Environment)), ou que se executam sobre um browser (navegador) alargam esse leque de opções (sobre o assunto, pode consultar, o nosso artigo Breves notas sobre o que é um browser (navegador) de Internet).

Por fim e caso queiramos privilegiar, as opções Europeias, de momento elas são, o Ubuntu Desktop (UK) (empresa Canonical Ltd.), o Zorin OS (Ireland) (empresa Zorin OS Technologies Limited), o SUSE (“Software- und System-Entwicklung” (Software and Systems Development)) (Germany | Luxembourg), possuindo este último, uma poderosa versão de servidor. Para consultar as últimas atualizações, sobre os sistemas operativos Europeus existentes, poderá consultar a ligação (link) European desktop operating systems.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

O que é um Sistema Operativo (Operating System)

Os Sistemas Operativos (Operating Systems) dos computadores “Desktop | Laptop”

O que é um Server (Servidor) e as suas funções

Algumas breves notas sobre ficheiros executáveis (programas, ou aplicações) e ficheiros de dados

O Java e o Oracle Java JRE (Java Runtime Environment)

Breves notas sobre o que é um browser (navegador) de Internet

Algumas breves notas sobre CPU (Processador), RAM (Memória) e Storage (Armazenamento)

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

Saiba qual é o macOS utilizado pelo Mac

Top Linux Distributions for Beginners: Friendly, Stable, and Easy to Learn

European desktop operating systems

Pode também consultar, caso pretenda aprofundar os seus conhecimentos na área de Sistemas Operativos (Operating Systems), a seguinte bibliografia:

Sistemas Operativos (de José Alves Marques)

Fundamentals of Operating Systems (by A. M. Lister and R. D. Eager Springer New York)

Data da última atualização: 30 de Março de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)