Como evitar os ataques de Pishing (e-mail), Smishing (SMS) e Vishing (telefone) (guia rápido)

O Phishing é um tipo de ataque que utiliza o engano, ou a manipulação psicológica, para induzir a vítima a realizar alguma ação em que fornece informação muito importante, crítica, ou confidencial. O tipo mais comum de ataque de Phishing, envolve o envio de uma mensagem de correio eletrónico (e-mail) que finge ser de um remetente legítimo e fidedigno, concebido para levar o utilizador, a seguir uma ligação (clicar num link), ou a abrir um ficheiro anexo (ao e-mail) que pode instalar Malware no seu computador; caso o utilizador siga uma ligação (clicar num link), poderá ser redirecionado para uma página Web (na Internet) que recolhe informação muito importante, crítica, confidencial, ou mesmo as suas credenciais (palavras passe) de login (em sistemas internos, ou externos).

Em primeiro lugar, sugere-se a leitura prévia, do nosso artigo anterior Os e-mail´ s, telefonemas e sms falsos, os ataques de “Pishing” e o “Spoofing” e recomenda-se também ler o nosso artigo Os e-mail´ s falsos e os ataques de Pishing.

A falsificação de identidade (Spoofing) é um meio de tornar certos tipos de ataques (mais uma vez, sugere-se a leitura prévia, dos nossos artigos anteriores), como o Phishing, mais convincentes, ou eficazes, iludindo mais facilmente as vítimas, sendo atualmente um desafio cada vez maior e dificultando a identificação das tentativas de fraude.

Para despistar, uma possível fraude, sugere-se analisar com muita atenção, os seguintes sinais de alerta:

  • O conteúdo dos e-mail´ s (ou SMS) recebidos: Alguns dos e-mail´ s (ou SMS) de golpes de Phishing (e-mail) e Smishing (SMS), estão mal escritos (com erros de linguagem, ortografia e / ou gramática), fique também atento a e-mail´ s, ou mensagens (SMS) genéricas, sem nome, ou sem informações específicas; muitas vezes são utilizadas o envio de mensagens (SMS) e e-mail´ s em “massa”, na tentativa de obter informações pessoais, ou mais direcionadas (Spear Phishing).
  • Os destinatários do e-mail: Se o e-mail foi enviado para mais de um utilizador (N utilizadores); ou seja, tem múltiplos destinatários facilmente visíveis e identificáveis no e-mail recebido, este é um forte sinal de alerta, para uma fraude (embora esta, seja uma situação cada vez menos frequente, com o refinamento das técnicas fraudulentas).
  • O remetente do e-mail (ou SMS): Um dos primeiros passos, é tentar identificar o remetente do e-mail (ou SMS), sendo que na maior parte dos casos se constata de imediato que não pode ter qualquer relação, ou ligação, com a identidade de quem reivindica o envio do e-mail (por exemplo, usando um domínio, sem qualquer ligação à identidade em causa)(sobre um que é um domínio, pode consultar o nosso artigo O que é um domínio Internet, alguma informação básica). Um técnico informático consegue sempre identificar qual a verdadeira origem de um e-mail (e o remetente), identificando na maior parte dos casos, facilmente a origem do mesmo, senão o sabe fazer, peça ajuda a um especialista informático (é necessário ter acesso ao e-mail original). O mesmo se aplica à origem de um SMS (se não consegue identifcar o número de telefone, da origem do SMS, é um forte sinal de alerta).
  • Pressão para agir rapidamente (urgência): Um dos maiores sinais de alerta, são mensagens de e-mail (Pishing), ou SMS (Smishing)), ou chamadas (Vishing) que o pressionem a agir imediatamente (urgência, ou muita urgência); este é um dos métodos mais utilizados, para evitar que pense com clareza e que procure verificar a autenticidade da solicitação.
  • Forma de contacto da entidade: Na maior parte dos casos, a identidade em causa, não contacta por e-mail (ou SM, ou telefone), em situações importantes, sendo que na maior parte desse casos, envia informação por carta (por escrito, para a morada física da pessoa, ou empresa).
  • As ligações (link´ s), ou URL (Uniform Resource Locator) suspeitos: Na maior parte dos casos, as identidades, ou instituições fidedignas, não enviam ligações (link´ s) para seguir, ou aceder (muito menos, por e-mail, ou SMS); como tal, verifique muito cuidadosamente os URL (Uniform Resource Locator) dos Websites que visita, sendo que na maiores dos casos, as burlas, ou esquemas de extração de informação, usam Websites falsos, por vezes muito semelhantes nas páginas iniciais, aos websites das identidades, ou instituições legítimas, por conseguinte, fique também muito atento, a pequenas diferenças nos endereços, a erros ortográficos, ou ao uso de domínios (ou subdomínios) desconhecidos, ou também muito parecidos. Por fim, passe sempre o cursor do rato, por cima da suposta ligação (link), de forma a verificar que o que vê escrito (visualmente), é idêntico à ligação (link) que vai seguir, ou aceder.
  • Ficheiros anexos (ao e-mail): Pode também existir um ficheiro anexo ao e-mail, levando o utilizador a abri-lo, (que pode ser um ficheiro vbs, ps (PowerShell), pdf, doc, xls, html, etc) que executa código malicioso, infetado com Malware, ou redirecionado os dados do utilizador, roubando e capturado a identidade, ou até infetando para posteriores acessos remotos (ou mesmo ficar “adormecido”, para posteriores interações fraudulentas), em caso de dúvida, nunca abrir ficheiros anexos.
  • Pedidos de informação confidencial (ou privada): A solicitação de informação confidencial (ou privada), sem solictação prévia, é um alerta evidente de um pedido fraudulento, preste sempre a máxima atenção, a pedidos não solicitados de informações pessoais (e privada), como credenciais de acesso, números de conta, dados de cartões bancários, etc, porque as identidades, ou instituições fidedignas, nunca irão solicitar esse tipo de informações (confidenciais), por e-mail, telefone, ou mensagem (SMS).
  • Suporte técnico não solicitado: Nunca permita o acesso ao seu computador, a partir de telefonemas (Vishing)(ou pop-ups, enquanto navega na Internet) que afirmam ser de equipas de suporte técnico, sendo que essas pessoas podem fingir ser representantes de empresas de tecnologia com que trabalha, para tentar obter acesso remoto, ao seu computador e / ou roubar informações pessoais, sensíveis, ou críticas. Desligue de imediato o telefonema e caso pretenda, ligue usando os números de telefone oficiais (e previamente documentados para o contacto).

Em resumo, devemos sempre duvidar, em caso de dúvida, contactar diretamente (por e-mail, ou telefone) a entidade (da suposta) origem da mensagem (e-mail, SMS, ou telefonema), se existir alguma chamada telefónica não iniciada por nós, desligá-la (MUITO IMPORTANTE) e iniciar o processo de comunicação, usando os nossos números de telefone oficiais (e previamente documentados), nunca se deixar pressionar pela suposta urgência da situação. Devemos sempre analisar com máxima atenção, todos os detalhes da mensagem, do seu conteúdo, a origem e os destinatários da mesma e qualquer outro pormenor que nos possa levantar dúvidas.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

Os e-mail´ s, telefonemas e sms falsos, os ataques de “Pishing” e o “Spoofing”

Os e-mail´ s falsos e os ataques de Pishing

O que é um domínio Internet, alguma informação básica

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos nossos sobre segurança informática básica (e-mail):

Microsoft Windows Security (Princípios Básicos de Segurança)

Condições básicas de segurança no posto de trabalho (regras comportamentais)

Segurança básica na Internet (regras básicas)

Os tipos de ameaças informáticas mais comuns …

Devemos possuir um produto de segurança (antivírus), nas máquinas Microsoft Windows ?

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

Spoofing vs Phishing (Check Point)

What Is a Spoofing Attack? (Trend Micro)

Boas práticas contra o Phishing, o Smishing e o Vishing

Phishing, Smishing e Vishing: quais as diferenças e como se proteger?

Data da última atualização: 31 de Agosto de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Os e-mail´ s, telefonemas e sms falsos, os ataques de “Pishing” e o “Spoofing”

No presente, a proteção de dados e a segurança informática, tornou-se uma questão crítica e vital para a sobrevivência das empresas, por isso convém ter presente um conjunto de regras muito simples e básicas, mas extremamente eficazes na maior parte dos casos, como prevenção na segurança informática, para evitar fraudes, vírus\ malware e tentar evitar outros tipos de ataques informáticos.

O Phishing é um tipo de ataque que utiliza o engano, ou a manipulação psicológica, para induzir a vítima a realizar alguma ação em que fornece informação muito importante, crítica, ou confidencial. O tipo mais comum de ataque de Phishing, envolve o envio de uma mensagem de correio eletrónico (e-mail) que finge ser de um remetente legítimo e fidedigno, concebido para levar o utilizador, a seguir uma ligação (clicar num link), ou a abrir um ficheiro anexo (ao e-mail) que instala Malware no seu computador. Caso o utilizador siga uma ligação (clicar num link) enviada por uma mensagem de correio eletrónico (e-mail), poderá ser redirecionado para uma página Web (na Internet) que recolhe informação muito importante, crítica, confidencial, ou mesmo as suas credenciais (palavras passe) de login (em sistemas internos, ou externos), ou até instalar software Malware.

Em resumo, atualmente os ataques de Phishing são normalmente utilizados para roubar dados importantes, críticos e confidenciais, ou fornecer ao atacante acesso(s) a sistema(s) alvo(s) que podem utilizar para realizar ataques presentes e futuros (sobre Pishing pode ler, por exemplo, o nosso artigo anterior Os e-mail´ s falsos e os ataques de Pishing).

  • Spear Phishing: O Phishing (provavelmente) mais comum atualmente, são tentativas de ataques mais direcionados, utilizando um pretexto que tem maior probabilidade de ser credível, para um indivíduo, ou um pequeno grupo.
  • Whaling: O Whaling é um tipo especial de ataque de Phishing que visa executivos (CEO, CIO, Administradores, etc), ou colaboradores de alto nível (Diretores, Chefes Equipa, etc), com acesso a dados, ou funcionalidades sensíveis numa organização; estas pessoas são escolhidas como alvo, porque representam um maior potencial de retorno para o atacante.
  • Vishing: Os ataques de Vishing são ataques de Phishing, realizados por telefone, em vez de e-mail, ou plataforma de mensagens; são concebidos para roubar informações confidenciais, ou enganar os utilizadores, para que instalem Malware nos seus sistemas, ou software de acesso remoto, como parte de uma fraude de suporte técnico (Tech Support Scam). Sobre “Tech Support Scam”, ver por exemplo, o nosso artigo Condições básicas de segurança no posto de trabalho (regras comportamentais).
  • Smishing: Os ataques de Smishing, utilizam mensagens de texto SMS (Short Message Service), enviadas por telemóvel, para realizar ataques de Phishing; este tipo de ataques, exploram a falta de segurança dos utilizadores ao ler e fazem-no seguir uma ligação (clicar num link) em mensagens de texto (SMS (Short Message Service)).

A falsificação de identidade (Spoofing) é um meio de tornar certos tipos de ataques, como o Phishing, mais convincentes, ou eficazes iludindo mais facilmente as vitimas, aparecendo muitas vezes associado ao Phishing.

E-mail Spoofing: A falsificação de e-mail´ s (e-mail Spoofing) é um método para tornar certos tipos de ataques, como o Phishing, mais convincentes, ou eficazes; por exemplo, um atacante que realiza um ataque de Phishing, pode utilizar a falsificação do endereço de correio eletrónico (e-mail), para fazer com que a mensagem maliciosa pareça ter origem numa fonte fidedigna, aumentando a probabilidade de o destinatário confiar no e-mail e fazer o que o atacante pretende.

Caller ID Spoofing: Num ataque de Vishing, ou Smishing, o atacante liga à vítima por telefone, ou envia um SMS. A falsificação do identificador de chamada (Caller ID Spoofing) pode ser utilizado, para tornar este ataque mais plausível, fazendo com que a informação do identificador de chamada, corresponda ao pretexto utilizado pelo atacante (normalmente uma “Tag” que quando se tenta ter acesso ao número de telefone, esse não é acessível, ou visível).

A falsificação de identidade (Spoofing) atualmente assume muitos outros aspetos, entre eles IP Spoofing, DNS Spoofing, GPS Spoofing e outros que permitem aos atacantes ser muito mais convincentes e efetivos, nas suas tentativas de intrusão.

Nos artigos anteriores referidos (e abaixo), pode encontrar várias medidas, contudo faremos um próximo artigo, com as medidas mais comuns agrupadas, para tentar evitar este tipo de fraude.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

Os e-mail´ s falsos e os ataques de Pishing

Microsoft Windows Security (Princípios Básicos de Segurança)

Condições básicas de segurança no posto de trabalho (regras comportamentais)

Segurança básica na Internet (regras básicas)

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos nossos sobre segurança informática básica (e-mail):

Os tipos de ameaças informáticas mais comuns …

Devemos possuir um produto de segurança (antivírus), nas máquinas Microsoft Windows ?

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

Spoofing vs Phishing (Check Point)

What Is a Spoofing Attack? (Trend Micro)

Boas práticas contra o Phishing, o Smishing e o Vishing

Data da última atualização: 17 de Agosto de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Como configurar uma conta de correio eletrónico (e-mail) (guia rápido)

De referir que atualmente a maior parte dos utilizadores (especialmente utilizadores não empresariais), usam um browser (como o Microsoft Edge, o Google Chrome, ou o Mozilla Firefox)(sobre o assunto, pode ler o nosso artigo Breves notas sobre o que é um browser (navegador) de Internet, para ler o correio eletrónico (e-mail), normalmente designa-se a este tipo de acesso ao correio eletrónico (e-mail), acesso por WebMail (não necessita de nenhuma configuração prévia, somente da ligação (link) fornecido pelo ISP).

Em ambiente empresarial, sendo necessárias outras funcionalidades e um maior grau de sofisticação, normalmente usa-se aquilo a que se designa por cliente de correio eletrónico (e-mail), sendo que seguramente o mais usado é o Microsoft Outlook; pode ser usado outro cliente, mas a informação de configuração necessária será idêntica.

Sobre o assunto de correio eletrónico (e-mail), aconselhamos também a leitura, dos nossos artigos anteriores O Microsoft Outlook e alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte I e O Microsoft Outlook e mais alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte II.

Para leitura, do correio eletrónico (e-mail), normalmente são usados essencialmente dois protocolos, o POP3 (Post Office Protocol) e o IMAP (Internet Message Access Protocol); a grande diferença entre os dois, de forma muito resumida, é que o primeiro descarrega o correio eletrónico (e-mail) para o dispositivo local (seja ele um computador, tablet ou mobile) e o segundo cria uma cópia local no dispositivo e mantém a informação original no servidor.

Para envio, do correio eletrónico (e-mail), normalmente é usado o protocolo SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), para permitir enviar o correio eletrónico (e-mail), do dispositivo local, para o servidor remoto.

Para leitura e envio de correio eletrónico (e-mail), usando o cliente Microsoft Outlook e servidores Microsoft Exchange Server (como no caso Microsoft 365, antigo Office 365), pode ser usado um conjunto de protocolos proprietários, nesse caso, é necessário somente a conta de correio eletrónico (e-mail) a configurar, decorrendo o resto do processo de forma automatizada e sem grande interação do utilizador (depois carregar no botão Ligar).

NOTA IMPORTANTE: Para a utilização do Microsoft Outlook tradicional, constante do pacote Microsoft 365 (antigo Office 365), deverá escolher a opção Outlook (Classic), senão poderá estar a aceder ao Outlook pré-existente (no caso do Microsoft Window 11 que é uma aplicação totalmente diferente).

Para configurar de forma “manual” (com controlo sobre os parâmetros de configuração), o Microsoft Outlook (Classic), no sistema operativo Microsoft Windows, poderá seguir os seguintes passos:

  • Em primeiro lugar, aceder ao Control Panel (Painel de Controlo).
  • Mudar o Control Panel (Painel de Controlo), para a opção em “Ver por: Ícones grandes”.
  • Selecionar o ícone de Mail (Microsoft Outlook)(32bits).
  • Criar novo perfil de Outlook (atribuindo-lhe uma designação).
  • Configuração manual ou tipos de servidor adicionais (Seguinte >).
  • Selecionar a opção “POP ou IMAP” (configuração avançada para contas de e-mail POP ou IMAP)(Seguinte >).
    ou
  • Microsoft 365 (Configuração automática para contas do Microsoft 365)
    *Para esta opção, basta a colocação do endereço de e-mail e o resto da configuração, ocorrerá de forma quase totalmente automatizada.

No ecrã aparecem agora (ver figura no topo), os principais parâmetros a configurar (que deve possuir antes de iniciar o processo de configuração), para aceder a uma conta de correio eletrónico (e-mail), ver abaixo as descrições abreviadas.

  • O seu nome: A designação associada à sua conta de e-mail, normalmente o nome do utilizador que é visível para o destinatário.
  • Endereço de Correio Eletrónico: O endereço de e-mail do utilizador “nome@domínio.pt” (por exemplo, pgameiro@dataframe.pt).
  • Tipo de Conta: ou A opção mais frequente é POP3, ver acima a diferença (antes de decidir), não é possível mudar, sem reconfigurar totalmente a conta de e-mail.
  • Servidor de receção de correio (POP3): O servidor de receção de e-mail, deve ser fornecido pelo seu ISP (Internet Service Provider)(usa o TCP Port 110 para ligações padrão não encriptadas, por defeito).
  • Servidor de envio de correio (SMTP): O servidor de envio de e-mail, deve ser fornecido pelo seu ISP (Internet Service Provider)(usa TCP Port 25 para ligações padrão não encriptadas, por defeito).
  • Nome de Utilizador: Na maior parte dos ISP (Internet Service Provider), deverá ser o endereço de e-mail do utilizador (ou seja, o mesmo de “Endereço de Correio Eletrónico”).
  • Palavra-passe: A palavra passe (password) de acesso à sua conta de e-mail que é a mesma usada no seu acesso por WebMail (ao seu e-mail).

NOTA IMPORTANTE: Se não sabe e não possui os dados anteriores (assim como o link do ISP, para aceder ao seu WebMail, caso isso seja possível), então não tem controlo, sobre a sua conta de correio eletrónico (e-mail).

Para configurações específicas (como por exemplo, protocolos e configurações não “standard”, com segurança adicional), como por exemplo, configurações com SSL (Secure Sockets Layer), deverá escolher o botão “Mais definições…” e a seguir o último Tab “Avançadas”.

  • Selecionar a opção “Este servidor necessita de uma ligação encriptada (SSL/TLS)” automaticamente o sistema seleciona “Servidor de receção de (POP3):995”
    (para usar POP3 (com SSL, ou seja POP3S) TCP Port 995, para ligações encriptadas seguras)
  • Selecionar a opção “Servidor de envio (SMTP): 465 e selecionar também “Utilize o seguinte tipo de ligação encriptada: SSL/TLS”.
    (para usar SMTP (com SSL/TLS, ou seja SMTPS) TCP Port 465, para ligações encriptadas seguras)

Por fim, deve selecionar o Tab “Servidor de envio” e selecionar a opção “O meu servidor de envio (SMTP) requer autenticação”.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

Breves notas sobre o que é um browser (navegador) de Internet

O Microsoft Outlook e alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte I

O Microsoft Outlook e mais alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte II

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos nossos sobre correio eletrónico (e-mail):

Porque ter um domínio e um e-mail personalizado (não gratuito) ?

Microsoft 365 Shared Mailbox (Caixa de Correio Partilhada)

Como cancelo um e-mail enviado por engano e mais algumas notas sobre correio eletrónico (e-mail)

Como realizar cópias de segurança (backup) do correio eletrónico (e-mail), do Microsoft Outlook

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

Server settings you’ll need from your email provider

Configure Microsoft Outlook Classic

Data da última atualização: 3 de Agosto de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Porque ter um domínio e um e-mail personalizado (não gratuito) ?

Um nome de domínio Internet (Internet domain name), é um nome único de um servidor ligado à Internet, pode ser por exemplo, um servidor Web (web server), um servidor de correio eletrónico (e-mail server), um servidor de transferência de ficheiros FTP (File Transfer Protocol) (ftp server), ou qualquer outro tipo de servidor ligado à Internet (sobre ao assunto pode consultar o nosso artigo O que é um Server (Servidor) e as suas funções). Os nomes de domínio da Internet, são muitas vezes o nome de uma organização, como a Apple apple.com (.com de Commercial), Microsoft microsoft.com, ou Dataframe dataframe.pt (.pt de Portugal); no entanto, um nome de domínio Internet, pode referir-se a qualquer publicação (como por exemplo, o Blog da Dataframe), ou qualquer serviço disponibilizado na Internet.

O sistema de nomes de domínio (DNS – Domain-Name System) da Internet permite aos utilizadores consultar sites e outros recursos da Internet, utilizando nomes de domínio mais fáceis de recordar (como “www.icann.org” (.org de Organization), em vez de endereços IP (Internet Protocol) totalmente numéricos (como por exemplo, o endereço “192.0.32.7”, um dos endereços IP, do ICANN) atribuído a cada computador público, existente na Internet (na verdade endereços, com que os computadores efetivamente comunicam entre si) (sobre ao assunto, pode também consultar o nosso artigo O que é o Dynamic DNS (Domain Name System) ?). Cada nome de domínio, é composto por uma série de cadeias de caracteres (designadas por “rótulos” (labels)) separadas por pontos. O rótulo mais à direita, num nome de domínio é conhecido como “domínio de topo” (TLD). O nome é combinado com um domínio genérico de primeiro nível (TLD – Top-Level Domain), como .com (de Commercial), o .org (de Organization), o .eu (de Europe), .pt (de Portugal) (os mais usados em Portugal). Para mais detalhes sobre o assunto, pode consultar o nosso artigo anterior O que é um domínio Internet, alguma informação básica.

Porquê então uma empresa possuir um domínio próprio, registado diretamente pela empresa, porque sai mais barato (custos mais reduzidos), tem controlo total sobre o registo (o domínio será registado no nome e pela própria empresa), aspeto muito mais profissional (nome próprio da empresa e único, não alojado em “sites” gratuitos), garantia de qualidade de serviço, garantindo um acesso fiável ao serviço (ao contrário das plataformas gratuitas, que obviamente não garantem qualquer tipo de disponibilidade).

Caso pretenda múltiplas caixas de correio (e-mail), então seguramente sairá muito mais barato, contratar múltiplas caixas de correio, diretamente ao ISP (Internet Service Provider), do que a um intermediário de serviços Internet. O que acontece com frequência, é que quem fornece o site web, tentará fornecer e ser intermediário de todos os outros serviços Internet, contudo a melhor opção será sempre contratar o domínio \ e-mail e depois contratar somente os serviços de desenho e “codificação” do site web propriamente dito.

Para a aquisição dos serviços respectivos, existem intermediários comerciais, ou empresas que revendem os serviços de registo de domínios (e na maior parte dos casos, também alojamento de e-mail, “site” e outras funcionalidades), somente Registrar (somente registam domínios Internet), ou podem ser ISP (Internet Service Provider), fornecem serviços alargados de Internet; seguem-se alguns exemplos que podem ser unicamente Portuguesas Dominios.pt acreditado pela DNS.PT, Ptisp, ou multinacionais (atuam em diversos Países), como a AMEN, ou globais como a GoDaddy.

O que é o serviço WHOIS (QUEM É) ?

O WHOIS (QUEM É) é um protocolo (ou conjunto de regras) de Internet, amplamente utilizado para consultar bases de dados que armazenam informações sobre os nomes de domínio, endereços IP, utilizadores registados; ajuda-o por exemplo, a encontrar os dados de contacto do proprietário, as datas de registo, a data de expiração (ou seja, até quando se encontra pago) e informações do servidor de nomes DNS (Domain Name System)(existem serviços mais recentes, como o RDAP (Registration Data Access Protocol), o sucessor moderno, contudo o WHOIS continua em utilização). O serviço WHOIS pode ser consultado, usando por exemplo, os sites Who.is, DomainTools, o ICANN Lookup, o DNS.PT, o AMEN WHOIS, entre muitos outros.

O que é o serviço NSLOOKUP ?

O NSLookup (Name Server Lookup) é uma ferramenta de administração de rede (em modo de linha de comandos, é uma ferramenta bastante técnica, mas muito poderosa), utilizada para consultar o Sistema de Nomes de Domínio (DNS – Domain-Name System). Permitindo aos utilizadores e especialmente aos administradores de sistemas, identificar os fornecedores de serviços Internet (ISP – Internet Sevice Provider), encontrar os endereços IP associados a um nome de domínio (A Records), identificar os servidores de e-mail (MX Records), identificar servidores DNS (NS Records) e resolver problemas de propagação de DNS, entre muitas outras possibilidades. A utilização do comando pressupõe, em primeiro lugar a entrada em “Command Prompt” (cmd), em seguida a execução do comando nslookup, em seguida dar um subcomando para executar uma operação especifica, dentro da “consola” nslookup; para sair do nslookup, devemos digitar exit e dar enter; para uma breve referência, pode consultar, por exemplo Microsoft nslookup (imagem no topo nslookup wikipedia.org).

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

O que é um Server (Servidor) e as suas funções

O que é o Dynamic DNS (Domain Name System) ?

O que é um domínio Internet, alguma informação básica

Caso pretenda, poderá também consultar, mais algumas ligações (links) interessantes sobre o assunto, na Internet:

Microsoft nslookup

Data da última atualização: 6 de Julho de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Microsoft 365 Shared Mailbox (Caixa de Correio Partilhada)

Com a crescente adoção pelas organizações, da utilização dos serviços na nuvem (cloud) e dos acessos remotos, a maior parte dos produtos de software, passou a ter as suas versões nuvem (cloud), um dos exemplos mais importantes, será sem dúvida o Microsoft Office (versão local), porventura o pacote de software mais usado de todos os tempos, agora designado Microsoft 365 (anteriormente Office 365)(versão nuvem). Caso pretenda aprofundar os seus conhecimentos, sobre Microsoft 365 (Office 365), sugerimos a leitura prévia dos seguintes artigos Uma breve introdução ao Microsoft 365 (anteriormente Office 365) Parte I e Uma breve introdução ao Microsoft 365 (anteriormente Office 365) Parte II.

O conceito de Shared Mailbox (Caixa de Correio Partilhada) abordado neste artigo, faz parte do Microsoft Outlook (parte do Microsoft 365 (anteriormente Office 365)), caso pretenda poderá também consultar os nosso artigos anteriores O Microsoft Outlook e alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte I e O Microsoft Outlook e mais alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte II.

Podemos criar caixas de correio partilhadas (Shared Mailbox), para que um grupo de pessoas (por exemplo, uma equipa) possa monitorizar e enviar e-mail´´ s, a partir de um endereço de e-mail comum, como por exemplo info@dominio.com. De notar que quando alguém do grupo responde a uma mensagem enviada para a caixa de correio partilhada, o e-mail aparece como se tivesse sido enviado através da caixa de correio partilhada e não do utilizador individual. As caixas de correio partilhadas, incluem também um calendário partilhado que um grupo de pessoas (equipa), pode usar para que todos registem os seus compromissos (ficando do conhecimento de todos, os que partilham essa caixa de correio).

De notar que uma caixa de correio partilhada (Shared Mailbox), não consome uma licença de Microsoft 365 (antigo Office 365), depois de criada, devemos adicionar quais os utilizadores que a vão usar (partilhar) e quais as permissões (ver abaixo, os três tipos de permissões), é também possível como numa conta de e-mail “comum”, configurar “Reencaminhamento de e-mail” (reenviar para outro(s) e-mail(´ s)) e “Respostas automáticas” (configurar mensagem automática na receção).

Permissões de leitura e gestão (utilizadores incluídos por defeito): Os utilizadores podem ler e-mails na caixa de correio partilhada e executar ações de gestão, como adicionar e remover conteúdos da caixa de correio (as alterações poderão demorar até 60 minutos a entrarem em vigor).
Permissões de “enviar como” (utilizadores incluídos por defeito): Os utilizadores podem enviar e-mails em nome desta conta (o nome original não irá aparecer).
Permissões de “enviar em nome de”: Estes utilizadores podem enviar e-mail´ s com o nome de conta e o nome da caixa de correio partilhada (por defeito, os e-mail´ s mostrarão que foram enviados em nome da conta partilhada).

Na verdade a caixa de correio partilhada (Shared Mailbox), não é uma conta de e-mail “normal”, é uma conta muito específica que possui acesso pelos utilizadores autorizados, o acesso direto não é possível, mas somente através dos utilizadores associados a quem foram dadas permissões.

O acesso pelo Microsoft Outlook (local, no computador), é automático a partir do momento em que é configurado o acesso do utilizador, basta abrir o Microsoft Outlook do(s) utilizadores(s) que têm acesso, à caixa de correio partilhada (Shared Mailbox).

Para um acesso pela Web (com browser), tipo “WebMail”, o processo é um pouco mais “tricky”, ver abaixo “Métodos de Acesso Web”, mas passa sempre pelo “login” dos utilizadores associados (com permissões), só depois é possível aceder à “Shared Mailbox”.

Caixa de Correio Partilhada (Shared Mailbox) – Métodos de Acesso Web

  • Através do Menu “Abrir outra caixa de correio” (Recomendado)
  • Aceda ao Outlook na Web (outlook.office.com).
  • Clique na sua foto de perfil ou iniciais no canto superior direito.
  • Selecione Abrir outra caixa de correio.
  • Escreva o endereço de e-mail da caixa partilhada e clique em Abrir.
  • Adicionar como Pasta Partilhada (Fixar na lateral)
  • No Outlook na Web, clique com o botão direito do rato em Pastas no painel esquerdo.
  • Selecione Adicionar pasta ou caixa de correio partilhada.
  • Introduza o endereço de e-mail da caixa partilhada e clique em Adicionar.

Para criar uma caixa de correio partilhada (Shared Mailbox), dirija-se ao Microsoft 365 Admin Center (Centro de Administração, do Microsoft 365), à opção de Teams & Groups (Equipas e Grupos) e página Shared Mailboxes (Caixas de Correio Partilhadas) e carregue na opção Add a shared mailbox (Adicionar uma caixa de correio partilhada)(imagem no topo), ou use o link Shared Mailboxes (Caixas de Correio Partilhadas), para chegar diretamente à página e seguidamente faça o último passo anterior Add a shared mailbox (Adicionar uma caixa de correio partilhada).

Caso pretenda aprofundar os seus conhecimentos, sobre Shared Mailbox (Caixa de Correio Partilhada), pode consultar os seguintes artigos no site da Microsoft, Create a shared mailbox e Abrir e utilizar uma caixa de correio partilhada no Outlook.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

Uma breve introdução ao Microsoft 365 (anteriormente Office 365) Parte I

Uma breve introdução ao Microsoft 365 (anteriormente Office 365) Parte II

O Microsoft Outlook e alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte I

O Microsoft Outlook e mais alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte II

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

Create a shared mailbox

Abrir e utilizar uma caixa de correio partilhada no Outlook

Data da última atualização: 13 de Abril de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)