Ligação Internet e Velocidades de Acesso (Internet Speed)

A velocidade de acesso à Internet, por um dado computador, nos dias que correm, é sempre fruto de grande dúvidas e polémicas, devido à forma como é interpretada e medida.

Em face do exposto acima, aqui vão algumas sugestões, para testar a velocidade de acesso à Internet com algum rigor, podendo utilizar um conjunto de sites (abaixo) e fazendo a média das velocidades medidas nos mesmos (Download\Upload); em primeiro lugar, aconselha-se o seguinte:

• Para executar os testes, utilize uma máquina Microsoft Windows 10 Professional (o mais rápida possível), a máquina deve estar totalmente atualizada (em termos de sistema operativo) e sugere-se a utilização do browser Microsoft Edge (atualizado); toda as aplicações, exceto o browser devem estar encerradas.

• A máquina acima deve ser ligada (se possível), diretamente ao router (se possível com cabo Ethernet, a Gigabit). * PS Os acessos wireless (sem fios) condicionarão as velocidades máximas obtidas, por isso deve ser utilizado um cabo.

• Para maior rigor, mais nenhuma máquina deve estar ligada, ou em utilização nessa rede (router) que está a ser testada (ou pelo menos, fora do horário de trabalho). * PS Resumindo não deverão existir mais máquinas ligadas no interior da rede; os outros dispositivos de rede que estejam a consumir largura de banda, no acesso Internet (ou seja que provoquem tráfego pela Internet) também devem ser desligados.

• Para maior rigor, os acessos do exterior não deverão estar a ser utilizados, ou seja, não deverão ter máquinas do exterior ligadas, para o interior da rede (por VPN´s).

• Para maior rigor, para além de utilizar vários sites e fazer a média dos testes; faça vários testes, ao longo de um dia e em várias semanas.

Uma breve lista, de alguns sites, passiveis de serem usados nas medições de velocidades Internet:

PC Matic http://www.pcpitstop.com/internet/bw.asp
Speedtest http://www.speedtest.net/
NET.mede https://www.netmede.pt/ * Site da ANACOM.

Vodafone http://speedtest.vodafone.pt/5/ * Usa o Speedtest.
MEO https://www.meo.pt/speedtest * Usa o Speedtest.
NOS https://www.nos.pt/particulares/internet/internet-fixa/Paginas/teste-de-velocidades.aspx

As velocidades (ou largura de banda), mais exigentes são para ver vídeos (o “streaming” de vídeo, é um dos maiores consumidores, de largura de banda), por vezes basta que existam duas, ou três pessoas, dentro de uma rede interna a ver vídeos (com alta qualidade) e ficam com a largura de banda “saturada”, assim para os formatos mais frequentes de vídeo, teremos algo como Video 720p HD, de 5 a 7,5 Mbps e para Video 1080p HD, de 8 a 12 Mbps (por cada vídeo \ utilizador). Pode ver mais detalhes de larguras de banda necessárias, pode consultar, por exemplo Definições de codificação para carregamento recomendadas (Google \ YouTube) (ver, em Taxas de Bits).

Por fim, no próximo artigo, iremos abordar como medir velocidades de transmissão efetivas (de forma simples e aproximada), entre dois computadores, em redes distintas e ligados pela Internet, o que reflete com mais exatidão as velocidades de transmissão (ou seja, por exemplo, quantos minutos demora a transferir um ficheiro, entre esses dois computadores).

Data da última atualização: 20 de Fevereiro de 2023

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

As redes de area local (LAN – Local Area Network) e alguns conceitos básicos (AD, DHCP e DNS)?

As redes de área local (LAN – Local Area Network), são constituídos por diversos elementos que permitem interligar um conjunto de equipamentos informáticos (equipamentos de rede), entre eles, os postos de trabalho (desktop, laptop, tablet e mobile) e servidores, possuindo acessos para o exterior, normalmente pela Internet.

A parte da infraestrutura física de interligação, entre os diversos equipamentos de rede, normalmente é constituída por uma rede Ethernet (atualmente, normalmente a 1 Gbps), constituída pela cablagem (cabos e conectores) e um comutador (switch), ou vários e as placas de rede (com fios, ou sem fios (wireless)), existentes nos postos de trabalho.

Como equipamentos de rede básicos, interligados pela infraestrutura física acima descrita, em primeiro lugar, temos os postos de trabalho (desktop, laptop,tablet e mobile), usados pelo utilizadores para fazer o seu trabalho diário, atualmente na maioria dos casos usando o sistema operativo Microsoft Windows 10, ou Windows 11 (no caso dos desktop´s e laptop´s), ou o Android (no caso dos tablet´s e mobile´s), os servidores, na maior parte das vezes, possuem o Microsoft Windows Server e pretendem fornecer serviços locais, aos postos de trabalho (alguns dos quais, falaremos mais abaixo, como por exemplo, os serviços de AD, DHCP, DNS, FS e PS).

De referir que atualmente existem um conjunto adicional, muito alargado de equipamentos de rede, entre eles, as Impressoras de Rede (que fornecem serviços de impressão), as NAS (Network Attached Storage) (ver o nosso artigo O que é uma NAS (Network Attached Storage)?), os AP (Access Point´s) que possibilitam o acesso aos dispositivos móveis (sem fios (wireless)) à rede local, a Firewall (ver o nosso artigo O que é uma firewall de rede (network firewall)? ) que separa a rede local, do exterior e garante a sua segurança, o VPN Concentrator (ver o nosso artigo O que é uma VPN (Virtual Private Network)? ) que permite acessos remotos seguros, a partir do exterior da rede local, o Router que interliga a rede local, à Internet. Em redes locais, de menor dimensão alguns destes dispositivos de rede, encontram-se integrados num dispositivo.

No que diz respeito aos servidores, atualmente e na maior parte das vezes, a rede local, possui (um, ou mais) Microsoft Windows Server que fornecem serviços locais, aos postos de trabalho, entre outros, por exemplo, os seguintes serviços:

• AD (Active Directory) Server: O servidor (ou servidores) que permite(m) a autenticação e validação dos utilizadores na rede (Domain Controller) e acesso aos recursos de rede; permite criar o conceito de domínio (Domain), possui uma base de dados AD (Active Directory), uma implementação do protocolo LDAP, em que os utilizadores, computadores e outros objetos de rede (por exemplo, impressoras) possuem informação nessa base de dados; permite também entre outras funções a atribuição de políticas (Policies) aos postos de trabalho e \ ou utilizadores, de forma a restringir, ou delimitar os acessos e \ ou configuração dos recursos.

o Gestão centralizada de utilizadores e autenticação (ver o nosso artigo A Identidade e a Segurança (Os Quatro Pilares da Identidade)).
o Gestão centralizada de computadores (e outros dispositivos).
o Gestão centralizada de políticas (Policies), dos utilizadores e \ ou computadores.

• DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) Server: O servidor que permite a atribuição automática de informação de configuração TCP/IP (endereços IP e informação de configuração de acesso interna e externa) aos postos de trabalho; permite facilmente gerir e distribuir de forma centralizada essa informação.

• DNS (Domain Name System) Server: O servidor que permite a resolução de nomes lógicos internos e \ ou Internet (pode ser interno e \ ou externo), para endereços IP; ou seja é um sistema de gestão de nomes “lógicos” hierárquico e distribuído, visando resolver nomes de domínios, em endereços de rede (IP).

• FS (File Server): O servidor que permite a partilha de ficheiros e \ ou diretórios entre os utilizadores de rede e o controlo do acesso aos mesmos, mediante o utilizador e \ ou grupos a que pertence; definindo o tipo de acesso aos recursos (por exemplo, modo somente de leitura ou Read Only, controlo total ou Full Controll, sem acesso ou Deny, etc ). O serviço de ficheiros, normalmente possui também serviços de indexação e procura eficientes (como por exemplo, o Microsoft Search Service).

• PS (Print Server): O servidor que permite a partilha de impressoras, com fila de espera no servidor, entre os utilizadores de rede e o controlo do acesso aos mesmos, mediante o utilizador e \ ou grupos a que pertence. A partilha de impressoras em servidores (Print Sharing), é cada vez menos usado, devido à maior versatilidade, rapidez e maior número de funções das impressoras de rede (ligadas diretamente, às redes Ethernet).

Os servidores poderão desempenhar muitas outras funções, como por exemplo, E-Mail Server, Web Server, Backup Server, TS (Terminal Server), SQL (Structured Query Language) Server, Microsoft WSUS (Windows Server Update Services), Microsoft SharePoint Server, ERP (Enterprise Resource Planning) Server, consolas de produtos de segurança, como por exemplo a consola de gestão e administração, do Trend Micro Worry-Free Business Security e muitos outros serviços (em breve faremos artigo, somente com algumas destas funções adicionais para um servidor).

Data da última atualização: 6 de Fevereiro de 2023

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Como manter o Microsoft Windows 10 devidamente atualizado e algumas dicas

Nos dias de hoje, uma das questões mais críticas, é a manutenção das atualizações dos sistemas informáticos, em especial dos computadores e do seu sistema operativo, mantendo-os sempre atualizados (isto independentemente do sistema operativo usado).

O presente artigo, incide sobre o sistema operativo Microsoft Windows, em que as máquinas também devem estar totalmente atualizadas e suportados, ao nível do sistema operativo Microsoft Windows (utilizando o Windows Update), podendo e devendo ser verificadas as corretas atualizações das máquinas periodicamente, por parte dos utilizadores (aconselha-se no mínimo mensalmente).

De referir que a versão Microsoft Windows 7, já foi descontinuada e não tem suporte (desde 14 de Janeiro de 2020) e a versão Microsoft Windows 8.1, vai ser descontinuada, em 10 de Janeiro de 2023. Como de momento o Microsoft Windows 10, representa mais de 70% do mercado dos computadores “desktop” (para detalhe, ver link Desktop Windows Version Market Share Worldwide), focamo-nos na versão Windows 10, para saber as últimas atualizações disponíveis, para o Microsoft Windows 10, poderá consultar Microsoft Windows 10 Version.

A melhor forma de manter um sistema Microsoft Windows atualizado, é configurar as atualizações para modo automático, no caso do Microsoft Windows 10, por defeito as atualizações estão em modo automático (ou seja, serão sempre instaladas), não sendo por defeito possível ao utilizador não as realizar, mas podendo adiá-las; para mais informação sobre a gestão das atualizações, poderá consultar o artigo Manage updates in Windows, para as configurações avançadas, poderá por exemplo, consultar o artigo How to change Windows Update advanced settings on Windows 10 .

Presentemente e de forma simplista, a Microsoft procede a atualizações importantes mensalmente, na segunda terça-feira, de cada mês (Patch Tuesday); caso existam atualizações críticas, as mesmas poderão ser lançadas fora deste período.

Caso pretendamos mudar de versão do Microsoft Windows 10, por exemplo se possui a versão 21H2 e pretende atualizar para a versão 22H2 (de momento a última versão existente), poderá sempre forçar a sua atualização, utilizando o utilitário Windows 10 Update Assistant, fazendo download e executando-o, procederá assim à atualização forçada do seu sistema, para a última versão.
Para mais informação sobre o Microsoft Windows 10 Update Assistant, poderá consultar o artigo respetivo Windows 10 Update Assistant.

Caso necessite de saber qual a versão do Windows 10 que está sendo executada no seu dispositivo, você pode verificar de uma forma rápida e fácil; na caixa de pesquisa na barra de tarefas, digitar winver e selecionar winver na lista de resultados, executando-o.

Para conseguir verificar com facilidade e frequência, a configuração das atualizações, o mais fácil será criar um atalho (shortcut) na sua área de trabalho (desktop), com o conteúdo ms-settings:windowsupdate; caso pretenda ver em detalhe com criá-lo, pode consultar por exemplo, o artigo How to Create a Shortcut to Windows Update on Windows 10.

Para finalizar, a grande questão de quando atualizar para um novo sistema operativo, surge sempre quando é lançada uma nova versão desse sistema, neste caso o Microsoft Windows 11 (lançado, em 5 de Outubro de 2021), claro que cada um de nós terá sua opinião, mas fruto da experiência desde o primeiro Windows lançado pela Microsoft, raramente atualizo para uma nova versão do sistema operativo, durante o primeiro ano (12 meses) da nova versão e considero uma boa opção a atualização dos sistemas Microsoft Windows, algures entre os 18 e os 24 meses.

Data da última atualização: 31 de Outubro de 2022

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Ideias simples sobre Identidade (utilizadores, palavras-passe (password)) e Autenticação …

Os problemas de segurança informática cada vez mais frequentes, dão cada vez mais enfâse à Identidade; ou seja, de forma extremamente simplista, aquilo que nos permite identificar (dizer quem somos) perante um sistema informático.

Uma Identidade é alguém, ou algo que pode ser verificado e autenticado, para ser quem diz que é; uma identidade pode ser associada a um utilizador, uma aplicação, um dispositivo, ou algo mais.

A Autenticação garante que uma determinada identidade é suficiente, por outras palavras, o que um sistema de TI necessita de saber sobre uma Identidade, para ter provas suficientes de que realmente são quem dizem que são; no fundo envolve o ato de desafiar uma parte, para utilizar e verificar a utilização de credenciais legítimas.

Para uma introdução à Identidade e Autenticação (assim como Administração, Autorização e Auditoria), poderá consultar o nosso artigo A Identidade e a Segurança (Os Quatro Pilares da Identidade).

De forma simplista, a questão fulcral, coloca-se então sobre a informação do conjunto, utilizador e palavra-passe (password), a sua utilização e inviolabilidade, para isso podemos partir de um conjunto de comportamentos bastante simples:

– Nunca devem ser partilhadas com ninguém e devem ser única e exclusivamente da utilização e conhecimento do seu detentor.

– Nunca devem estar escritas, afixadas, ou disponíveis de forma facilmente localizável e legível.

– Nunca utilize as mesmas palavras-passe (passwords), em mais do que uma conta (e nunca use as mesmas palavras-passe (passwords), dos seus acessos pessoais).

– Nunca inicie sessões através de dispositivos públicos, ou de terceiros (por exemplo, computadores em cibercafés ou hotéis), em aplicações, ou plataformas.

– Se tiver dificuldades, utilize gestores de palavras-passe (password) que criam automaticamente palavras-passe fortes e as armazenam.

– A criação palavras-passe (passwords), devem obedecer a um conjunto de boas práticas, para tornar mais difícil a sua violação.

– Sempre que possível utilize autenticação de dois fatores (ou MFA (Multi-Factor Authentication)); um processo em que além do conjunto utilizador e palavras-passe (passwords), se usa um processo adicional de verificação, usando por exemplo o Microsoft Authenticator, ou Google Authenticator, entre outros. *Em breve, será criado um artigo neste blog sobre este assunto.

– Nos dias de hoje, é também possível ter uma Identidade e uma Autenticação, sem recorrer a um conjunto utilizador e palavra-passe (password), o chamado “Passwordless Authentication”; por exemplo, usando uma impressão digital, com Microsoft Windows Hello. *Em breve, será criado um artigo neste blog sobre este assunto.

Como base de partida, para um conjunto de boas práticas, para manter as palavras-passe (password) robustas, podemos usar os seguintes pressupostos:

Os utilizadores de domínios das redes locais (ou serviços Cloud) deverão usar palavras-passe (password) complexas e mudadas com regularidade.

– Mudar as palavras-passe (password) de 3 em 3 meses (mínimo sugerido, de 6 em 6 meses).

– As palavras-passe (password) devem ter no mínimo de 15 caracteres (aconselhável 20 caracteres), com letras maiúsculas, minúsculas, números e pelo menos dois, ou três caracteres especiais.

– As palavras-passe (password) não devem incluir, nomes de pessoas, empresas, clubes de futebol, animais de estimação, ou algo que possa ser facilmente identificado com o nosso perfil digital (ou seja, informação sobre nós que é pública).

– Para podermos ter uma ideia de quão displicente, é muitas vezes a escolha dos utilizadores para as palavras-passe (password), pode por exemplo ler o artigo do Correio da Manhã, 25 palavras-passe que deve evitar para que hackers não as descubram (sendo um bom exemplo, do que nunca devemos escolher para palavras-passe (password)).

Os utilizadores administradores locais das máquinas, deverão usar palavras-passe (password) bastante complexas (normalmente não mudadas com frequência).

– As palavras-passe (password) devem ter no mínimo de 20 caracteres (aconselhável 30 caracteres).

– Reduzir a um (1) utilizador, o total de utilizadores locais como administrador (Administrator).

– As palavras-passe (password) de preferência devem geradas aleatoriamente, utilizando um gerador, como por exemplo o Norton Password Generator.

Nunca esquecer que cada utilizador deverá ter as permissões mínimas que lhe permitam realizar o seu trabalho e nunca devem ser administradores dos sistemas em que operam a não ser que seja estritamente necessário.

Por fim, a Auditoria dos acessos realizados é extremamente importante, para verificar se existe alguma tentativa não autorizada de acesso, o que em caso de máquinas Microsoft Windows, pode ser por exemplo, facilmente realizado, colocando alertas no “Event Viewer”, nos eventos de “Security”, para os eventos de “Failed Login”.

Data da última atualização: 10 de Outubro de 2022

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)


Os seguintes artigos no nosso blog podem também interessar-lhe:

A Identidade e a Segurança (Os Quatro Pilares da Identidade)

Condições básicas de segurança no posto de trabalho (regras comportamentais)

Segurança básica na Internet (regras básicas)

A Identidade e a Segurança (Os Quatro Pilares da Identidade)

Identidade como o perímetro de segurança primário

A colaboração digital mudou, os funcionários, os parceiros e os clientes agora esperam poder colaborar e aceder aos recursos organizacionais de qualquer lugar, em qualquer dispositivo e sem afetar sua produtividade; além disso, houve uma aceleração do número de pessoas a trabalhar remotamente.

O modelo tradicional de segurança baseado no perímetro já não é suficiente, a identidade tornou-se o novo perímetro de segurança que permite que as organizações protejam seus ativos.

Mas o que entendemos por Identidade? Uma identidade é alguém, ou algo que pode ser verificado e autenticado, para ser quem diz que é; uma identidade pode ser associada a um utilizador, uma aplicação, um dispositivo, ou algo mais.

Os Quatro Pilares da Identidade

A identidade é um conceito que abrange todo um ambiente, portanto as organizações precisam pensar sobre identidade de forma ampla. De referir que existem quatro pilares fundamentais de identidade que as organizações precisam considerar, ao criar uma infraestrutura de identidade, que é a coleção de processos, tecnologias e políticas para gerir identidades digitais e controlar como as identidades podem ser usadas para aceder a recursos.

● Administração. A administração é sobre a criação e gestão de identidades para utilizadores, dispositivos e serviços; como administrador, você gere como e em que circunstâncias as características das identidades podem mudar (ser criadas, atualizadas ou apagadas).

● Autenticação. O pilar de autenticação conta a história de que garantia para uma determinada identidade é suficiente; por outras palavras, o que um sistema de TI necessita de saber sobre uma identidade, para ter provas suficientes de que eles realmente são quem dizem que são? No fundo envolve o ato de desafiar uma parte, para utilizar credenciais legítimas. A autenticação às vezes é encurtada para AuthN.

● Autorização. O pilar de autorização trata do processamento dos dados de identidade recebidos, para determinar o nível de acesso que uma pessoa, ou serviço autenticado tem dentro do aplicação/serviço que deseja aceder. A autorização às vezes é abreviada para AuthZ.

● Auditoria. O pilar de auditoria trata de rastrear quem faz o quê, quando, onde e como; a auditoria inclui relatórios detalhados, alertas e governança de identidades.

O Microsoft Azure Active Directory é um exemplo de Cloud Identity Provider, outros exemplos incluem Twitter, Google, Amazon, LinkedIn, ou o GitHub.

Data da última atualização: 25 de Agosto de 2022

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)