Microsoft Windows 11 Home, Pro & Enterprise (e outras versões)

Para os computadores, vulgarmente designados, como postos de trabalho (do tipo desktop (de mesa) e laptop (portáteis)), presentemente são largamente dominados, pelos sistemas operativos Microsoft Windows que representam mais de 60 % do mercado (à data deste artigo); para mais informação sobre quotas de mercado, pode consultar informação atualizada, em Desktop Operating System Market Share Worldwide.

O Sistema Operativo (Operating System) de uma forma muito simplista, é o software que se executa nos computadores (ou dispositivos afins) e permite aos outros softwares (Aplicações), retirar partido do equipamento (hardware), assim como garantir a estabilidade e a segurança do restante software que se executa, sobre o Sistema Operativo (Operating System); no fundo, é uma “interface” entre os equipamentos (Hardware) e o restante software (Aplicações(Applications)). De referir que sugerimos antes da leitura deste artigo, a leitura prévia, do nosso artigo O que é um Sistema Operativo (Operating System) e Os Sistemas Operativos (Operating Systems) dos computadores “Desktop | Laptop”.

O presente artigo, foca-se na última versão do sistema operativo Microsoft Windows 11, mas pode aplicar-se à versão anterior (Microsoft Windows 10), em seguida focamo-nos numa muito breve descrição, de cada uma das versões existentes, posteriormente abordamos mais em detalhe, as três versões mais comuns, o Microsoft Windows 11 Home, o Microsoft Windows 11 Pro e o Microsoft Windows 11 Enterprise.

Windows 11 Home: Concebido para os consumidores (em geral), oferecendo características padrão de segurança, jogos e funcionalidades de produtividade.
Windows 11 Pro: Adiciona funcionalidades, como encriptação BitLocker (dos discos), virtualização (Hiper-V) e possibilidade de juntar a domínios (domain join), para profissionais empresariais (para pequenas e médias empresas).
Windows 11 Pro for Workstations: Dirigido a utilizadores de alto desempenho, criadores e engenheiros, com suporte especializado para hardware.
Windows 11 Education: Destinado a instituições académicas, oferecendo ferramentas avançadas de gestão e segurança.
Windows 11 Pro Education: Destinado a instituições académicas, sendo uma versão Pro especializada para “escolas”, que oferece ferramentas de gestão “premium”.
Windows 11 Enterprise: Concebido para grandes organizações, oferecendo o mais alto nível de segurança e gestão (para grandes empresas).
Windows 11 SE: Uma versão simplificada e optimizada, para dispositivos educativos de baixo custo.
Windows 11 IoT Enterprise: Concebido para dispositivos industriais e de missão crítica (como Sinalização Digital, ou ATM) que exigem estabilidade a longo prazo e integração de hardware específica e concebido também para aplicações industriais especializadas (sistemas POS (Point of Sale) e “Kiosks”).

O Microsoft Windows 11 Home, é a principal versão usada em ambiente não empresarial (pessoal), numa primeira leitura a grande diferença da versão Windows Microsoft Windows 11 Pro (fessional) (como pode ser visto por exemplo, em Compare Windows Windows 11 Home vs. Pro), é a existência do utilitário BitLocker que permite a encriptação de discos, para caso o seu dispositivo seja perdido, ou roubado, o BitLocker pode bloquear tudo, impedindo que outras pessoas acedam ao seu sistema, ou dados (necessita de TPM (Trusted Platform Module) 2.0, ou maior (para proteção de chaves baseada, em TPM)).

O Microsoft Windows 11 Pro possui integrado o Hyper-V, uma solução de virtualização que não existe no Microsoft Windows 11 Home, embora seja possível instalá-lo, recorrendo a alguns pequenos “truques”, mas não sendo suportado pela Microsoft nessa plataforma; para saber um pouco mais, pode consultar os nossos artigos anteriores O que são Máquinas Virtuais (VM – Virtual Machine)? e Como instalar o Microsoft Windows 11, numa Máquina Virtual (Virtual Machine), no Microsoft Hiper-V.

O Microsoft Windows 11 Pro (face ao Microsoft Windows 11 Home), possui ainda outras características que incluem a entrada em domínio (Domain Join) e a gestão de políticas de grupo (Group Policy). A entrada em domínio, permite que os utilizadores se liguem remotamente e em segurança ao domínio de trabalho, seja Localmente (On-Premise) na AD (Active Diretory), ou na Nuvem (Cloud), usando o Microsoft Entra; sendo estas, talvez as características mais usadas e criticas, em ambiente empresarial.

As versões Microsoft Windows 11 Home e Windows 11 Pro, são comercializadas em versões, de Pacote Completo “autónomo” (Full Packaged Product (Retail)), vendidos independentemente dum computador, ou em versões pré-instaladas em computadores (Preinstalled on Device (OEM – Original Equipment Manufacturer)); a versão Microsoft Windows 11 Pro, pode também ser adquirida nos pacotes de licenciamento empresarial (Commercial Licensing), onde só podem ser adquiridas as versões Microsoft Windows 11 Enterprise. Caso pretenda aprofundar os seus conhecimentos sobre o assunto anterior, assim como consultar as principias versões de Microsoft Windows 11 Enterprise, assim como as diferenças, face à versão Microsoft Windows Pro, poderá consultar o artigo Windows Commercial Licensing Overview.

O Microsoft Windows 11 Enterprise (do qual existem três versões principais, Windows 11 Enterprise E3, Enterprise E5, Enterprise LTSC (Long-Term Servicing Channel)), baseiam-se no Windows 11 Pro, acrescentando funcionalidades mais avançadas, concebidas para satisfazer as necessidades das grandes e médias organizações (largas dezenas \ centenas de computadores). Como exemplos, incluem a proteção avançada, contra ameaças de segurança modernas, a mais vasta gama de opções para a implementação e atualização do sistema operativo e a gestão abrangente e remota de dispositivos e aplicações. O detalhe destas diferenças, pode ser encontrado, no artigo referenciado acima Windows Commercial Licensing Overview.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

O que é um Sistema Operativo (Operating System)

Os Sistemas Operativos (Operating Systems) dos computadores “Desktop | Laptop”

O que são Máquinas Virtuais (VM – Virtual Machine)?

Como instalar o Microsoft Windows 11, numa Máquina Virtual (Virtual Machine), no Microsoft Hiper-V

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

Compare Windows Windows 11 Home vs. Pro

Windows Commercial Licensing Overview

Windows 11 Editions Compared: Features, Licensing, and Support Timeline

Data da última atualização: 27 de Abril de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Microsoft 365 Shared Mailbox (Caixa de Correio Partilhada)

Com a crescente adoção pelas organizações, da utilização dos serviços na nuvem (cloud) e dos acessos remotos, a maior parte dos produtos de software, passou a ter as suas versões nuvem (cloud), um dos exemplos mais importantes, será sem dúvida o Microsoft Office (versão local), porventura o pacote de software mais usado de todos os tempos, agora designado Microsoft 365 (anteriormente Office 365)(versão nuvem). Caso pretenda aprofundar os seus conhecimentos, sobre Microsoft 365 (Office 365), sugerimos a leitura prévia dos seguintes artigos Uma breve introdução ao Microsoft 365 (anteriormente Office 365) Parte I e Uma breve introdução ao Microsoft 365 (anteriormente Office 365) Parte II.

O conceito de Shared Mailbox (Caixa de Correio Partilhada) abordado neste artigo, faz parte do Microsoft Outlook (parte do Microsoft 365 (anteriormente Office 365)), caso pretenda poderá também consultar os nosso artigos anteriores O Microsoft Outlook e alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte I e O Microsoft Outlook e mais alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte II.

Podemos criar caixas de correio partilhadas (Shared Mailbox), para que um grupo de pessoas (por exemplo, uma equipa) possa monitorizar e enviar e-mail´´ s, a partir de um endereço de e-mail comum, como por exemplo info@dominio.com. De notar que quando alguém do grupo responde a uma mensagem enviada para a caixa de correio partilhada, o e-mail aparece como se tivesse sido enviado através da caixa de correio partilhada e não do utilizador individual. As caixas de correio partilhadas, incluem também um calendário partilhado que um grupo de pessoas (equipa), pode usar para que todos registem os seus compromissos (ficando do conhecimento de todos, os que partilham essa caixa de correio).

De notar que uma caixa de correio partilhada (Shared Mailbox), não consome uma licença de Microsoft 365 (antigo Office 365), depois de criada, devemos adicionar quais os utilizadores que a vão usar (partilhar) e quais as permissões (ver abaixo, os três tipos de permissões), é também possível como numa conta de e-mail “comum”, configurar “Reencaminhamento de e-mail” (reenviar para outro(s) e-mail(´ s)) e “Respostas automáticas” (configurar mensagem automática na receção).

Permissões de leitura e gestão (utilizadores incluídos por defeito): Os utilizadores podem ler e-mails na caixa de correio partilhada e executar ações de gestão, como adicionar e remover conteúdos da caixa de correio (as alterações poderão demorar até 60 minutos a entrarem em vigor).
Permissões de “enviar como” (utilizadores incluídos por defeito): Os utilizadores podem enviar e-mails em nome desta conta (o nome original não irá aparecer).
Permissões de “enviar em nome de”: Estes utilizadores podem enviar e-mail´ s com o nome de conta e o nome da caixa de correio partilhada (por defeito, os e-mail´ s mostrarão que foram enviados em nome da conta partilhada).

Na verdade a caixa de correio partilhada (Shared Mailbox), não é uma conta de e-mail “normal”, é uma conta muito específica que possui acesso pelos utilizadores autorizados, o acesso direto não é possível, mas somente através dos utilizadores associados a quem foram dadas permissões.

O acesso pelo Microsoft Outlook (local, no computador), é automático a partir do momento em que é configurado o acesso do utilizador, basta abrir o Microsoft Outlook do(s) utilizadores(s) que têm acesso, à caixa de correio partilhada (Shared Mailbox).

Para um acesso pela Web (com browser), tipo “WebMail”, o processo é um pouco mais “tricky”, ver abaixo “Métodos de Acesso Web”, mas passa sempre pelo “login” dos utilizadores associados (com permissões), só depois é possível aceder à “Shared Mailbox”.

Caixa de Correio Partilhada (Shared Mailbox) – Métodos de Acesso Web

  • Através do Menu “Abrir outra caixa de correio” (Recomendado)
  • Aceda ao Outlook na Web (outlook.office.com).
  • Clique na sua foto de perfil ou iniciais no canto superior direito.
  • Selecione Abrir outra caixa de correio.
  • Escreva o endereço de e-mail da caixa partilhada e clique em Abrir.
  • Adicionar como Pasta Partilhada (Fixar na lateral)
  • No Outlook na Web, clique com o botão direito do rato em Pastas no painel esquerdo.
  • Selecione Adicionar pasta ou caixa de correio partilhada.
  • Introduza o endereço de e-mail da caixa partilhada e clique em Adicionar.

Para criar uma caixa de correio partilhada (Shared Mailbox), dirija-se ao Microsoft 365 Admin Center (Centro de Administração, do Microsoft 365), à opção de Teams & Groups (Equipas e Grupos) e página Shared Mailboxes (Caixas de Correio Partilhadas) e carregue na opção Add a shared mailbox (Adicionar uma caixa de correio partilhada)(imagem no topo), ou use o link Shared Mailboxes (Caixas de Correio Partilhadas), para chegar diretamente à página e seguidamente faça o último passo anterior Add a shared mailbox (Adicionar uma caixa de correio partilhada).

Caso pretenda aprofundar os seus conhecimentos, sobre Shared Mailbox (Caixa de Correio Partilhada), pode consultar os seguintes artigos no site da Microsoft, Create a shared mailbox e Abrir e utilizar uma caixa de correio partilhada no Outlook.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

Uma breve introdução ao Microsoft 365 (anteriormente Office 365) Parte I

Uma breve introdução ao Microsoft 365 (anteriormente Office 365) Parte II

O Microsoft Outlook e alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte I

O Microsoft Outlook e mais alguns conceitos básicos de correio eletrónico (e-mail) Parte II

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

Create a shared mailbox

Abrir e utilizar uma caixa de correio partilhada no Outlook

Data da última atualização: 13 de Abril de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Os sistemas operativos alternativos, ao Microsoft Windows

O Sistema Operativo (Operating System) de uma forma muito simplista, é o software que se executa nos computadores (ou dispositivos afins) e permite aos outros softwares (Aplicações), retirar partido do equipamento (hardware), assim como garantir a estabilidade e a segurança do restante software que se executa, sobre o Sistema Operativo (Operating System); no fundo, é uma “interface” entre os equipamentos (Hardware) e o restante software (Aplicações(Applications)). De referir que sugerimos antes da leitura deste artigo, a leitura prévia, do nosso artigo O que é um Sistema Operativo (Operating System) e Os Sistemas Operativos (Operating Systems) dos computadores “Desktop | Laptop”.

Para os computadores, vulgarmente designados, como postos de trabalho (do tipo desktop (de mesa) e laptop (portáteis)), presentemente são largamente dominados, pelos sistemas operativos Microsoft Windows que representam quase 70 % do mercado (à data deste artigo, cerca de 66.6 %). Para mais informação sobre quotas de mercado, pode consultar informação atualizada, em Desktop Operating System Market Share Worldwide.

Na atualidade, o candidato para a maior quota nos postos de trabalho (desktop e laptop), excetuando o Microsoft Windows, é o Apple MacOS (antes OS X, entre 2001 e 2016), sendo a versão mais recente o MacOS Tahoe (Setembro de 2025); juntando a soma dos dois sistemas operativos da Apple, estes encontram-se a larga distância, sendo que representam menos de 15 % do mercado (à data deste artigo, cerca de 7.34 % + 4.9 2 % = 12,26 %), o sistema operativo é desenvolvido somente para os computadores com “hardware” Apple Mac (hardware específico da Apple), incluindo iMacs, MacBooks, Mac Pros, etc.

O outro candidato é o Linux, um sistema operativo de código aberto (open source) (ou seja, desenvolvido originalmente sem fins comerciais), por Linus Torvalds (Finlandês), no início da década de 1990 (primeira versão, em 1991), existindo atualmente, imensas versões (distribuições) de código aberto (open source) e comerciais, sendo que representam, na sua totalidade, menos de 3 % dos postos de trabalho (desktop e laptop) (à data deste artigo, cerca de 2.89 %); de referir que o Linux é também um poderoso sistema operativo de servidor, tendo nesse caso uma quota muitíssimo superior (ver o nosso artigo O que é um Server (Servidor) e as suas funções), aliás o Linux lidera o mercado global de sistemas operativos, para servidores, com mais de 60 % de quota de mercado (em especial, com a distribuição comercial Red Hat e o SUSE, ver abaixo).

O Linux ao longo do tempo, foi sofrendo múltiplas adaptações comerciais (e não comerciais), sendo uma das mais famosas, o Red Hat Linux, adquirido pela IBM (em 2019), mas existem muitas outras versões (distribuições), como por exemplo o SUSE Linux, o Debian Linux, o Fedora Linux, o Ubuntu Linux, o Zorin OS. Como existem inúmeras versões (distribuições), por um lado constitui uma grande riqueza de funcionalidades e diversidade, mas pode dificultar a estabilidade, a segurança e o suporte do sistema, especialmente em versões não comerciais (ou seja, sem suporte comercial e oficial, por parte de uma empresa). Caso pretenda iniciar-se ao Linux, pode por exemplo, começar por ler o artigo Top Linux Distributions for Beginners: Friendly, Stable, and Easy to Learn.

Por fim, outra opção atualmente existente e viável, é o Alphabet (Google) Chrome OS com uma quota, de menos de 2 % de mercado (à data deste artigo, cerca de 1.48 %), com hardware já suportado e comercializado, por alguns dos principais fabricante como a HPE, ou a Dell, com os HPE ChromeBook, ou os Dell ChromeBook, caso pretenda explorar outras opções, poderá consultar ChromeOS Devices.

A Huawei (Chinesa) encontra-se a desenvolver e implementar um sistema operativo de utilização genérico (para diversos tipos de dispositivo) que cobre também esta área de postos de trabalho (desktop e laptop), chamado Huawei HarmonyOS (desde 2012), mas ainda numa fase muito inicial de implantação e ainda sem grande expressão comercial, o que mostra a grande dificuldade de desenvolver um sistema operativo, fiável, robusto, seguro e compatível com hardware diverso.

Com efeito, todos os equipamentos informáticos, como os postos de trabalho (desktop, laptop), possuem atualmente, um sistema operativo (como por exemplo, o Microsoft Windows, ou outro acima referido), mas na verdade são as aplicações (programas, ou ficheiros executáveis) que nos fornecem as funcionalidades pretendidas, ou seja, tirar “partido” dos computadores. As aplicações (programas, ou ficheiros executáveis), são desenvolvidas em linguagens de programação e na maior parte dos casos compiladas; ou seja, é produzido um ficheiro executável (diferente para cada sistema operativo), para mais informação aconselha-se a leitura prévia do nosso artigo Algumas breves notas sobre ficheiros executáveis (programas, ou aplicações) e ficheiros de dados.

Resumindo o grande “dilema” na escolha de um sistema operativo, centra-se na quantidade, qualidade (estabilidade) e preço das aplicações disponíveis, para um determinado sistema operativo; atualmente a possibilidade de ter aplicações em Oracle Java (sobre o assunto, pode consultar, o nosso artigo O Java e o Oracle Java JRE (Java Runtime Environment)), ou que se executam sobre um browser (navegador) alargam esse leque de opções (sobre o assunto, pode consultar, o nosso artigo Breves notas sobre o que é um browser (navegador) de Internet).

Por fim e caso queiramos privilegiar, as opções Europeias, de momento elas são, o Ubuntu Desktop (UK) (empresa Canonical Ltd.), o Zorin OS (Ireland) (empresa Zorin OS Technologies Limited), o SUSE (“Software- und System-Entwicklung” (Software and Systems Development)) (Germany | Luxembourg), possuindo este último, uma poderosa versão de servidor. Para consultar as últimas atualizações, sobre os sistemas operativos Europeus existentes, poderá consultar a ligação (link) European desktop operating systems.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

O que é um Sistema Operativo (Operating System)

Os Sistemas Operativos (Operating Systems) dos computadores “Desktop | Laptop”

O que é um Server (Servidor) e as suas funções

Algumas breves notas sobre ficheiros executáveis (programas, ou aplicações) e ficheiros de dados

O Java e o Oracle Java JRE (Java Runtime Environment)

Breves notas sobre o que é um browser (navegador) de Internet

Algumas breves notas sobre CPU (Processador), RAM (Memória) e Storage (Armazenamento)

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

Saiba qual é o macOS utilizado pelo Mac

Top Linux Distributions for Beginners: Friendly, Stable, and Easy to Learn

European desktop operating systems

Pode também consultar, caso pretenda aprofundar os seus conhecimentos na área de Sistemas Operativos (Operating Systems), a seguinte bibliografia:

Sistemas Operativos (de José Alves Marques)

Fundamentals of Operating Systems (by A. M. Lister and R. D. Eager Springer New York)

Data da última atualização: 30 de Março de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Os principais suportes de Discos Óticos (Optical Disc) (ainda usados atualmente)

O Storage (Armazenamento) é muito importante, nos computadores (desktop, laptop, server, etc) porque constitui o suporte onde é armazenada toda a informação de forma permanente, sejam o sistema operativo (pode consultar o nosso artigo O que é um Sistema Operativo (Operating System)), os programas (software aplicacional), assim como todos os outros dados (informação) que é armazenada nos dispositivos e utilizada (gerada), pelos programas (software aplicacional). Para uma primeira aproximação, aos componentes básicos dos equipamentos físicos (Hardware), aconselha-se a leitura prévia do nosso artigo Algumas breves notas sobre CPU (Processador), RAM (Memória) e Storage (Armazenamento).

As tecnologias de Storage (Armazenamento), são múltiplas, atualmente as mais usadas, são os Hard Disk (Disco Rígido) e os mais recentes SSD (Solid State Drives). No entanto as tecnologias de Storage (Armazenamento), de “Drives” de Discos Óticos (Optical Disc Drive (ODD)), continuam a ser muito utilizadas (para guardar informação, de forma duradoura), sendo que a maior parte dos computadores ainda possui um leitor (e nalguns casos gravador) deste tipo de suporte, uma das grandes vantagens é serem bastante baratos e fáceis de encontrar (embora cada vez mais, substituídas pelas USB Pen Drive (ou Flash Drive)).

As principais tecnologias de Discos Óticos (Optical Disc), ainda existentes e bastante utilizadas, são os CD (Compact Disc), DVD (Digital Versatile Disc) e os Blu-Ray, para cada um destes suportes, existem diversas variantes que veremos de forma bastante resumida abaixo (os formatos mais comuns), sendo cada vez menos usados em informática, tendo contudo ainda, uma larga utilização, por exemplo, na música (CD), ou em vídeo | filmes (DVD e Blu-Ray). Os dispositivos referidos chamam-se “drives” de discos óticos (Optical Disc Drive), porque usam um pequeno laser (diferente em cada categoria, acima referida), para ler e escrever, nos suportes físicos, os discos óticos (Optical Disc).

Os equipamentos (“Drives”) de discos óticos (Optical Disc Drive) podem ser internos aos computadores (integrados), ou externos, por exemplo, ligados por uma interface USB (Universal Serial Bus)(pode consultar o nosso artigo O que é o USB (Universal Serial Bus), um breve resumo); os equipamentos podem ser somente de leitura, ou possibilitarem também a gravação, existindo algumas variantes destes suportes que podem ser regraváveis (graváveis múltiplas vezes), possuindo nesse caso, a designação RW (Read Write), por exemplo, os CD-RW (Compact Disc – Read Write), ou RE (Rewritable), no caso dos Blu-ray.

Os leitores e gravadores de CD (Compact Disc), normalmente podem ler CD (Compact Disc), em formatos “standard” e gravar em discos de gravação única (CD-R) e regraváveis (formato CD-RW) (de gravação múltipla), existem também CD-ROM (Compact Disc – Read Only Memory) somente de leitura (vêm pré-gravados de “fábrica”); sendo uma das principais características, a velocidade com que consegue ler e escrever nesses discos óticos (sendo a velocidade de base, de 1x que corresponde a uma velocidade de transferência de informação, do suporte de 150 KB/s (KiloBytes / second), ou 0,15 MB/s). Por exemplo, um CD (Compact Disc) moderno, pode suportar 52 x 0,15 MB/s = 7,8 MB/s de velocidade de transferência. Os formatos anteriores, são tipicamente usados para armazenamento de dados, em sistemas de computadores, tendo uma capacidade standard de até 700 MB (existindo capacidade superiores, não standard). O formato CD-DA (Compact Disc – Digital Audio) é usado em discos áudio de música, tendo originalmente cada disco, capacidade para armazenar até 74 minutos (atualmente até 80 minutos), de áudio estéreo.

Os leitores e gravadores de DVD (Digital Versatile Disc), normalmente podem ler DVD (Digital Versatile Disc), em formatos “standard” e gravar em discos de gravação única (formatos DVD+R e DVD-R) e regraváveis (formatos DVD+RW e DVD-RW) (de gravação múltipla), existem também DVD-ROM (Digital Versatile Disc – Read Only Memory) somente de leitura (vêm pré-gravados de “fábrica”); sendo uma das principais características, a velocidade com que consegue ler e escrever nesses discos óticos (sendo a velocidade de base, dos DVD´ s de 1x que corresponde a uma velocidade de transferência de informação, do suporte de 1.385 KB/s (KiloBytes / second), ou 1,38 MB/s). Os formatos anteriores, são tipicamente usados para armazenamento de dados, em sistemas de computadores, tendo uma capacidade standard de até 4,7 GB (single-layer (camada simples)) e 8,5 GB (dual-layer (camada dupla)). No caso dos DVD (Digital Versatile Disc), ainda existe o formato DVD-RAM (Digital Versatile Disc – Random Access Memory), com capacidade para até 4,7 GB (versão 2.0), mas que nunca chegou a ter uma utilização tão generalizada como os formatos anteriores.

Por fim, os leitores e gravadores de Blu-Ray, normalmente podem ler Blu-Ray Disc, em formatos “standard” e gravar em discos de gravação única (BD-R (Blu-ray Disc – Recordable)) e regraváveis (BD-RE (Blu-ray Disc – Rewritable)) (de gravação múltipla), existem também BD-ROM (Blu-ray Disc – Read-Only Memory) somente de leitura (vêm pré-gravados de “fábrica”); sendo uma das principais características, a velocidade com que se consegue ler e escrever nesses discos óticos (sendo a velocidade de base, dos Blu-Ray´ s de 1x que corresponde a uma velocidade de transferência de informação, do suporte de 36 Mb/s (Mega Bits / second, ou +- 4,5 MB/s)). Os formatos anteriores, não são tão usados para armazenamento de dados, em sistemas de computadores (mas mais em video, para gravar filmes), tendo uma capacidade standard de até 25 GB (single-layer (camada simples)) e 50 GB (dual-layer (camada dupla)).

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

O que é um Sistema Operativo (Operating System)

Algumas breves notas sobre CPU (Processador), RAM (Memória) e Storage (Armazenamento)

O que é o USB (Universal Serial Bus), um breve resumo

O que são Discos Amovíveis (Removable Disk) e tecnologia RDX (Rapid Data eXchange)

Data da última atualização: 16 de Março de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

O que é o USB (Universal Serial Bus), um breve resumo

O barramento USB (Universal Serial Bus) é uma norma (conjunto de regras) que descreve as especificações utilizadas pelos cabos, portas e protocolos que permitem uma ligação (conectividade) simples e universal, entre um computador e um dispositivo periférico.

A especificação USB (Universal Serial Bus) situa-se no Physical Layer, do modelo OSI (Open Systems Interconnection); ou seja, a camada responsável pela estrutura física que permite a comunicação, todos os componentes físicos (hardware), como cabos e conectores, assim como as especificações elétricas (pode consultar o nosso artigo Algumas breves notas sobre o modelo OSI (Open Systems Interconnection)).

Com efeito, antes do aparecimento da tecnologia USB (Universal Serial Bus), um PC normalmente incluía, uma ou duas portas série, uma porta paralela (mais comum nas impressoras e scanners), conectores específicos para teclado e rato (o mais comum, miniDIN 6-pin), em alguns casos, uma porta para joystick (mais comum para jogos), ou portas específicas, para outros periféricos menos comuns.

O padrão USB (Universal Serial Bus), foi estabelecido em meados da década de 1990, por um conjunto de empresas Americanas, nomeadamente a IBM, Intel, Microsoft e Apple, entre outras, como uma forma mais simples de ligar periféricos a um computador; a porta forneceu um método padrão, para ligar vários dispositivos e ofereceu vantagens consideráveis de velocidade em comparação com outras alternativas, sendo também a possibilidade ligar e desligar periféricos, com o computador ligado (Hot Swapping) muito importante e inovadora na altura.

O desenho USB (Universal Serial Bus) é padronizado pelo USB Implementers Forum (USB-IF), composto por organizações e empresas que apoiam e promovem a norma. O USB-IF não só endossa o USB (Universal Serial Bus), como também mantém o padrão e aplica o programa de compatibilidade dos dispositivos.

Uma das características muito importantes, dos periféricos USB (Universal Serial Bus), é quando um dispositivo periférico é ligado, a um computador (host) através de uma porta USB (Universal Serial Bus), o computador (host) determinará automaticamente o tipo de dispositivo e instalará um controlador (driver) que permitirá o seu correto funcionamento, independentemente do sistema operativo (pode consultar o nosso artigo O que é um Sistema Operativo (Operating System)), sendo este comportamento especialmente eficaz, no sistema operativo Microsoft Windows.

Os cabos USB (Universal Serial Bus) podem enviar “energia”, assim como informação (dados). Para tal, qualquer cabo USB (Universal Serial Bus), possui dois tipos de fios, um dos conjuntos, transporta corrente elétrica (“energia”), enquanto o outro conjunto transmite sinais, com informação (dados). O tipo mais comum (convencional), ainda continua a ser a especificação (versão) USB 2.0, na qual existem quatro (4) fios metálicos, os dois contatos mais exteriores, são os terminais positivo e negativo, da fonte de alimentação (com uma tensão de 5 Volts (5V) DC e fornece uma corrente de até 500 mA (0,5 A), uma potência de 2,5 W), os dois contatos centrais, destinam-se à transmissão de informação (dados). Por isso, muitas vezes os cabos USB (Universal Serial Bus), são usados unicamente como fonte de Corrente Contínua (CC), para diversos tipos de dispositivos (mas não transmitem dados)(por exemplo, colunas de som, pequenas ventoinhas, carregadores de telemóveis, etc).

As versões USB (Universal Serial Bus) 1.x, 2.0, 3.x e 4.x diferenciam-se por algumas características básicas (abaixo listadas), como a velocidade (ou taxa de transferência), o tipo de conetor utilizado (conetores compatíveis) e a capacidade de alimentação elétrica (potência elétrica máxima fornecida).

A velocidade (ou taxa de transferência), expressa-se pela quantidade de dados que é transferida de um dispositivo, para outro, num período de tempo; a medida, é dada em Mb/s (Megabits, por segundo), ou Gb/s (Gigabits, por segundo), sendo que este parâmetro pode ser bastante critico, especialmente em dispositivos de armazenamento (storage) externos (pode consultar o nosso artigo Algumas breves notas sobre CPU (Processador), RAM (Memória) e Storage (Armazenamento)), ligados por USB (Universal Serial Bus).

USB 1.x | Speed: 1,5 – 12 Mbps | Connectors: Type-A, Type-B | Potência de 2,5 W

USB 2.0 | Speed: 480 Mbps | Connectors: Type-A, Type-B,Type-C, Mini, Micro | Potência de 2,5 W

USB 3.x | Speed: 5 – 20 Gbps | Connectors: Type-A, Type-B,Type-C, Micro | Potência de 4,5 W – 100 W

USB 4.x | Speed: 40 – 120 Gbps | Connectors: Type-C | Potência de até 100 – 240 W

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

Algumas breves notas sobre o modelo OSI (Open Systems Interconnection)

O que é um Sistema Operativo (Operating System)

Algumas breves notas sobre CPU (Processador), RAM (Memória) e Storage (Armazenamento)

Caso pretenda, poderá também consultar, mais alguns artigos interessantes sobre o assunto, na Internet:

What Is USB (Universal Serial Bus)? Meaning, Types, and Importance

USB Decoded: All the Specs and Version Numbers

USB 1.1, 2.0, 3.0 e 4.0: quais as diferenças entre as versões da conexão USB?

USB-IF (Implementers Forum)

Data da última atualização: 2 de Março de 2026

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)