Algumas considerações sobre requisitos físicos (hardware) para máquinas Microsoft Windows

Na verdade quando pretendemos ter uma máquina com o sistema operativo (sobre este assunto, pode consultar, o nosso artigo O que é um Sistema Operativo (Operating System)) Microsoft Windows, devemos ter em consideração os recursos físicos da máquina onde o pretendemos instalar, de forma a não só termos sucesso na sua instalação (sobre este assunto, pode consultar, o nosso artigo Instalação de máquinas Microsoft Windows (breves notas)), como termos uma experiência “confortável” na sua utilização diária (ou seja, com um desempenho aceitável para o utilizador).

Os recursos físicos da máquina, ou seja, o “hardware” do equipamento, é o conjunto de componentes físicos, sendo os mais relevantes para utilização genérica (não consideramos por exemplo, a componente gráfica como relevante), são o processador, ou CPU (Central Processing Unit), a memória RAM (Random Access Memory) e o(s) disco(s) (atualmente, os SSD (Solid-State Drive)); sendo estes os principais componentes e mais relevantes para a correta instalação e adequada utilização do Microsoft Windows.

Para a instalação e utilização do Microsoft Windows 10, aconselha-se um processador (CPU) recente (com menos de 3 a 4 anos), preferencialmente das linhas de base Intel, um Core i3 (preferencialmente Core i5, ou superior); um valor mínimo aconselhado de memória RAM, de 8 GB (um mínimo 4 GB) e um SSD, com um mínimo de 128 GB (com menos de 3 a 4 anos e preterindo discos rígidos tradicionais). Ver sempre as páginas de requisitos do fabricante, por exemplo para o Microsoft Windows 10, ver a página Windows 10 System Requirements e sobre dimensionar esses requisitos (os requisitos do fornecedor, são sempre muito mais modestos que a realidade, para termos uma experiência “confortável” na utilização diária).

MUITO IMPORTANTE: A partir do Microsoft Windows 10, aconselhamos a que os equipamentos possuam sempre um SSD (Solid-State Drive) (ao invés de um HD (Hard Disk) tradicional), senão poderá “desesperar” não só no seu funcionamento normal (muito lento), como especialmente nos tempos de arranque do equipamento; isto para além da suscetibilidade aos danos provocados por vibração (inerentes ao facto de terem componentes mecânicos).

Para a instalação e utilização do Microsoft Windows 11, aconselha-se um processador (CPU) recente (com menos de 3 a 4 anos), preferencialmente das linhas de base Intel, um Core i5 (preferencialmente Core i7, ou superior); um valor mínimo aconselhado de memória RAM, de 8 GB (preferencialmente 16 GB) e um SSD, com um mínimo de 256 GB (com menos de 3 a 4 anos e preterindo discos rígidos tradicionais). Ver sempre as páginas de requisitos do fabricante, por exemplo para o Microsoft Windows 11, ver a página Windows 11 System Requirements e sobre dimensionar esses requisitos (mais uma vez, os requisitos do fornecedor, são sempre muito mais modestos que a realidade, para termos uma experiência “confortável” na utilização diária).

Caso o seu dispositivo estiver a executar o Microsoft Windows 10, você poderá usar a aplicação PC Health Check (ou Verificação do Estado de Funcionamento do PC, em Português), para avaliar a compatibilidade; ou seja, faça download na página acima, instale-o e execute a aplicação PC Health Check (Verificação do Estado de Funcionamento do PC), para verificar se o seu PC pode executar o Microsoft Windows 11, caso não seja suportado, também saberá o porquê de não ser suportado.

Para além dos requisitos de hardware normais para o Microsoft Windows, para o Microsoft Windows 11 será também requerido (de forma sucinta):

  • O equipamento possuir TPM 2.0 (Trusted Platform Module, da Intel) e estar ativado.

Na maioria dos casos o maior obstáculo, será ter um processador CPU suportado, uma vez que existem imensos processadores não suportados, mais uma vez, para processadores Intel, veja com atenção informação existente em Processadores Intel compatíveis com o Windows 11.

Caso pretenda obter informação detalhada, do seu equipamento com o sistema operativo Microsoft Windows, poderá utilizar o utilitário System Information, para isso digitar Info …, na caixa de pesquisa (search bar), da barra de tarefas e selecione Informações de Sistema (System Information); alternativamente também pode digitar, na caixa de pesquisa (search bar) msinfo32.exe (o nome do programa).

Caso pretenda obter informação detalhada, do seu equipamento, sobre o CPU (Central Processing Unit) e RAM (Random Access Memory)(entre outras informações), pode usar por exemplo, o utilitário CPU-Z System Information Software.

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nossos artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

Algumas breves notas sobre CPU (Processador), RAM (Memória) e Storage (Armazenamento)

Instalação de máquinas Microsoft Windows (breves notas)

Microsoft Windows 10 Fim de Vida (End of Life), Windows 11 e 12

Como manter o Microsoft Windows 10 devidamente atualizado e algumas dicas

Algumas notas básicas sobre o desempenho, dos computadores e redes

Verificação e Limpeza de Disco, de Posto de Trabalho (Microsoft Windows)

Data da última atualização: 19 de Agosto de 2024

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

O que é um domínio Internet, alguma informação básica

Um nome de um domínio da Internet (Internet domain naame), é um nome único de um servidor ligado à Internet, pode ser por exemplo, um servidor Web (web server), um servidor de correio eletrónico (e-mail server), um servidor de transferência de ficheiros FTP (File Transfer Protocol) (ftp server), ou qualquer outro tipo de servidor (sobre ao assunto pode consultar o nosso artigo O que é um Server (Servidor) e as suas funções) ligado à Internet. Os nomes de domínio da Internet, são muitas vezes o nome de uma organização, como a Apple apple.com, Microsoft microsoft.com, ou Dataframe dataframe.pt; no entanto, um nome de domínio da Internet, pode referir-se a qualquer publicação (como por exemplo, o nosso Blog), ou um serviço disponibilizado na Internet. De referir que em 2024, existem mais de 650 milhões de nomes de domínio Internet registados (pode consultar, por exemplo How Many Domains Are There? US & Worldwide (2024 Stats)).

O sistema de nomes de domínio (DNS – Domain-Name System) da Internet permite aos utilizadores consultar sites e outros recursos da Internet, utilizando nomes de domínio mais fáceis de recordar (como “www.icann.org”), em vez de endereços IP (Internet Protocol) totalmente numéricos (como por exemplo, o endereço “192.0. 32.7” um dos endereços IP, do ICANN) atribuído a cada computador público, existente na Internet (na verdade endereços, com que os computadores efetivamente comunicam entre si). Cada nome de domínio, é composto por uma série de cadeias de caracteres (designadas por “rótulos” (labels)) separadas por pontos. O rótulo mais à direita, num nome de domínio é conhecido como “domínio de topo” (TLD).

O nome é combinado com um domínio genérico de primeiro nível (TLD – Top-Level Domain), como .com (de Comercial), o .org (de Organization), o .eu (de Europe), .pt (de Portugal). Um bom exemplo, icann.org é o domínio da Internet, associado à organização (.org) que regula a organização (ICANN – Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) e o registo dos domínios a nível Mundial.

Em 31 de Julho de 2024, a base de dados do domínios Top-Level Domain, da IANA (Internet Assigned Numbers Authority) a entidade responsável, inclui 1.441 Top-Level Domain que pode consultar na totalidade em List of Top-Level Domains, obviamente que talvez o mais conhecido seja o .com (de Comercial), ou os de Países (normalmente definidos por duas letras), como o .pt (de Portugal).

No caso do registo do domínios .pt a responsabilidade é de uma entidade nacional, designada .PT – Domínios de Portugal, da Associação DNS.PT (associação privada sem fins lucrativos), da responsabilidade de diversas entidades Portuguesas, entre elas, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia – FCT, I.P., a Associação da Economia Digital – ACEPI e a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor – DECO.

Por fim, existem os intermediários comerciais, ou empresas que revendem os serviços de registo de domínios, que podem ser ISP (Internet Service Provider), fornecem serviços alargados de Internet, ou somente Registrar (somente registam domínios Internet); seguem-se alguns exemplos que podem ser unicamente Portuguesas Dominios.pt que são um Registrar (agente de registo) acreditado pela DNS.PT, multinacionais (atuam em diversos Países), como a AMEN, ou globais como a GoDaddy.

MUITO IMPORTANTE: De referir que quando se regista um domínio Internet este fica alocado ao cliente, durante o período em que o registo é pago (1, 2, 3 anos, ou o número de anos que for pago), mas na verdade o domínio nunca pertence ao cliente (somente a utilização do mesmo, durante o período em que for pago); por fim, é necessário que o domínio Internet que pretendemos registar (para utilizar) não esteja a ser utilizador por ninguém (ou nenhuma entidade).

Para finalizar, vamos somente referir muito brevemente dois comandos muito importantes que serão objeto de próximos artigos nossos que nos permitem obter informação sobre os domínios Internet, o primeiro é o serviço WHOIS que pode ser usado, consultando por exemplo os sites Who.is, DomainTools, ICANN Lookup, entre outros. Em segundo lugar, se tivermos conhecimentos mais técnicos, podemos usar o comando NSLookup (informação de DNS – Domain-Name System em “bruto”, consultando diretamente os servidores DNS)(para uma breve referência, pode consultar Microsoft nslookup).

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nossos artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

O que é um Server (Servidor) e as suas funções

Data da última atualização: 5 de Agosto de 2024

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Algumas breves notas sobre o modelo OSI (Open Systems Interconnection)

Um dos temas mais críticos, nas redes informáticas, provavelmente será o processo de comunicação entre dois dispositivos, se pretendemos ter uma base técnica que nos permita compreender estes processos e os diferentes protocolos usados (implementações que permitem estes processos de comunicação), então seguramente já teremos ouvido falar do Modelo OSI (Open System Interconnection).

O Modelo OSI (Open System Interconnection) é um modelo para dispositivos de rede, uma referência da ISO (International Organization for Standardization), dividido em camadas de funções, criado na década de 1970 e desenvolvido e formalizado, na década 1980, com objetivo de ser um padrão, para protocolos de comunicação entre os mais diversos sistemas, de uma rede local LAN (Local Area Network) (sobre ao assunto pode consultar o nosso artigo As redes de area local (LAN – Local Area Network) e alguns conceitos básicos (AD, DHCP e DNS)?), ou redes mais alargadas WAN (Wide Area Network), garantindo a comunicação entre dois sistemas computacionais. O modelo divide as redes de computadores (ou mais concretamente, os seus processos de comunicação) em sete (7) camadas, de forma a se obter camadas de abstração, cada camada implementa uma (ou um conjunto) funcionalidade(s).

De referir que o modelo não especifica nenhuma implementação em particular, pois não especifica os serviços, ou seja os protocolos exatos que devem ser usados em cada uma das sete camadas, definindo simplesmente o que cada camada desse modelo deve fazer e implementar. O Modelo OSI (Open System Interconnection) pretende permitir que a comunicação entre dispositivos de rede heterogéneos se execute, definindo diretivas genéricas, para as comunicações em redes de computadores (seja de curta (LAN), média, ou longa distância (WAN)) independente das tecnologias utilizadas.

Por exemplo, os sistemas operativos (sobre este assunto, pode consultar, o nosso artigo O que é um Sistema Operativo (Operating System)) Microsoft Windows, usam uma arquitetura de rede (comunicações) baseada no modelo de rede de sete camadas, desenvolvido pela ISO (International Organization for Standardization) (pode consultar em Windows network architecture and the OSI model).

Para compreender melhor os processos de comunicação em redes de computadores, pode usar como uma boa referência, por exemplo o livro Redes de Computadores, de Andrew S. Tanenbaum.

Em seguida, deixamos uma muita breve e sucinta descrição de cada uma das camadas, se pretender compreender um pouco melhor cada uma das camadas, poderá por exemplo, consultar o artigo Network Fundamentals – The OSI Model.

Physical Layer: A camada é responsável pela estrutura física que permite a comunicação, todos os componentes físicos (hardware), como cabos e conectores, funcionam nesta camada (alguns exemplos: Fibra, Cobre Cat5e/6, RJ-45, RS-232, etc).

Data Link Layer: A camada define o formato dos dados que são transmitidos pela rede física; esta camada possui duas sub-camadas: a subcamada LLC (Logical Link Control) e a subcamada MAC (Media Access Control)(alguns exemplos: Ethernet, PPP, ATM, LLDP, Wi-Fi, etc).

Network Layer: A camada é responsável por conhecer e determinar o caminho da rede (roteamento (routing)), desde o dispositivo remetente, até ao dispositivo recetor; também é responsável pelos esquemas de endereçamento lógico que atribuem endereços aos nós (hosts) da rede, em ambos os lados do caminho de comunicação (alguns exemplos: IPv4/IPv6, IPX, ARP, ICMP, IGMP, IPSec, etc).

Transport Layer: A camada que aceita os dados da camada Session Layer e os divide em segmentos transportáveis; esta camada é também responsável pela informação que chega ao dispositivo de destino, sem erros e na ordem correta (alguns exemplos:TCP, UDP, etc).

Session Layer: A camada que estabelece, gere e encerra as sessões de comunicação e conecta às camadas superiores de Presentation and Application Layers (alguns exemplos: NFS, SMB, SIP, NetBIOS, PPTP, Sockets, etc).

Presentation Layer: A camada garante que os dados sejam compreensíveis pelo sistema final, ou seja, os dados devem ser convertidos e formatados, de forma que o sistema os reconheça e saiba como lidar com o conteúdo enviado (alguns exemplos: TLS, SSL, ASCII, Unicode, etc).

Application Layer: A camada onde o utilizador final interage diretamente (com uma aplicação) quando o utilizador pretende enviar informação (alguns exemplos: HTTP, FTP, DNS, SNMP, SMTP, POP3, Telnet, etc).

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nossos artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

As redes de area local (LAN – Local Area Network) e alguns conceitos básicos (AD, DHCP e DNS)?

O que é um Sistema Operativo (Operating System)

Data da última atualização: 22 de Julho de 2024

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Instalação de máquinas Microsoft Windows (breves notas)

A instalação de uma máquina (computador) com o Microsoft Windows, embora atualmente seja uma tarefa bastante simples, pelo facto de normalmente o sistema operativo (sobre este assunto, pode consultar, o nosso artigo O que é um Sistema Operativo (Operating System)) vir pré-instalado nas máquinas pelos fabricantes (como a HP, Dell e outros) pode ser bastante facilitada, pela existência de uma lista de tarefas pré-definidas (checklist) que nos facilita o processo de instalação e não nos deixa esquecer tarefas a executar, podemos usar por exemplo, a seguinte lista de tarefas:

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados, com largos anos de experiência e certificados, para todo o tipo de soluções complexas.

Pode também consultar, os nossos artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

O que é um Sistema Operativo (Operating System)

O Microsoft Windows as atualizações e o Windows Update

A migração de postos de trabalho, da Microsoft AD (Active Diretory), para a Microsoft Azure AD

Devemos possuir um produto de segurança (antivírus), nas máquinas Microsoft Windows ?

O Java e o Oracle Java JRE (Java Runtime Environment) ?

Breves notas sobre o que é um browser (navegador) de Internet


Data da última atualização: 8 de Julho de 2024

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)

Algumas notas adicionais sobre UPS (Uninterruptible Power Supply) (Fonte de Alimentação Ininterrupta)

O presente artigo, pretende ser um complemento de um primeiro artigo sobre UPS (Uninterruptible Power Supply), existente no nosso blog, sendo altamente aconselhável a leitura prévia desse artigo, o artigo é O que é uma UPS (Uninterruptible Power Supply) (Fonte de Alimentação Ininterrupta) ?.

No entanto, de forma resumida e o mais breve possível, as UPS (Uninterruptible Power Supply) (Fonte de Alimentação Ininterrupta), têm três funções fundamentais, em primeiro lugar, garantir o fornecimento continuado de energia elétrica, em caso de falha elétrica; permitir estabilizar e controlar o fornecimento de energia, de forma a não danificar, os equipamentos informáticos (normalmente a energia elétrica fornecida aos equipamentos deverá manter-se dentro de determinados parâmetros, entre eles de tensão, entre os 220-230 Volt). A função anterior (segunda) muitas vezes é desvalorizada, mas é bastante importante, para uma maior duração e estabilidade no funcionamento dos equipamentos. Por fim, a terceira função, será permitir realizar shutdown (desligar) de forma segura e controlada, os servidores, em caso de falha elétrica prolongada (superior ao tempo suportado pela unidade).

A Dataframe trabalha fundamentalmente com UPS (Uninterruptible Power Supply) (Fonte de Alimentação Ininterrupta) da APC, usamo-las como referência, em especial as da série APC Smart-UPS, mas as outras marcas em termos funcionais serão muito semelhantes.

As UPS (Uninterruptible Power Supply) (Fonte de Alimentação Ininterrupta), para além dos cabos elétricos que fornecem energia, aos dispositivos por elas protegidos; têm cabos de ligação de controlo, aos servidores (por exemplo cabos USB) e \ ou cabos de ligações à rede Ethernet (nas versões mais recentes, por exemplo o APC Smart Connect, aplicação na Cloud (Nuvem)).

Com efeito, um dos componentes mais importantes, é o software de controlo (na versão On-Premise (Local)), que será instalado num computador, é o APC PowerChute Business Edition, ou o APC PowerChute Personal Edition (para uso não empresarial). O PowerChute Business Edition, permite a gestão de UPS, encerramento seguro das máquinas, relatórios de utilização da energia, para até 25 servidores e estações de trabalho, utilizando ligações série, ou USB exclusivas.

Do ponto de vista elétrico, com a utilização das UPS (Uninterruptible Power Supply), convém ter em consideração, alguns pontos importantes, entre eles podemos referir:

  • No nosso País (Portugal), os 230 V(olt) deverá ser a tensão nominal, portanto se a tensão estiver consistentemente a mais de 250 V, deve ser averiguado.
  • Os eventos “Extended Overvoltage” ocorrem nas UPS (Uninterruptible Power Supply), quando se atinge mais 230 V ± 10% >= 253 V (ou Undervoltage < 207 V).
  • Nos ficheiros de eventos “Event Log” (ficheiro EventLog.txt exportado pelo software APC PowerChute) são facilmente visíveis as situações de “Overvoltage”, estando disponíveis os valores de tensão atingidos (lidos em intervalos regulares).
  • As unidades UPS APC mais recentes (em termos de hardware e firmware), devem ser mais precisas, na medição dos valores atingidos.
  • Para evitar o uso desnecessário da bateria, onde a tensão da rede elétrica é de forma sistemática alta, defina o ponto de transferência alto, para um valor mais alto, se o(s) equipamento(s) ligado(s) puder(em) tolerar essa(s) condição(ões). As opções disponíveis para configuração, são: • 253 VAC (por defeito) • 257 VAC • 261 VAC • 265 VAC.
  • De referir que também é possível ajustar a sensibilidade (high sensitivity, middle e low), tendo como consequência reduzir a tendência da UPS para enviar alertas, sempre que pensa que se está encaminhando para uma situação de sobretensão/sub tensão (isto caso os alertas se encontrem configurados).

Para qualquer questão adicional, contacte-nos; a Dataframe tem profissionais habilitados e certificados, com largos anos de experiência, para as soluções acima referenciadas.

Pode também consultar, os nosso artigos anteriores (sugere-se a ordem de leitura abaixo):

O que é uma UPS (Uninterruptible Power Supply) (Fonte de Alimentação Ininterrupta) ?

Data da última atualização: 24 de Junho de 2023

Autor: Paulo Gameiro – Dataframe (General Manager)